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	<title>Carreira &#8211; MC Consultoria</title>
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	<title>Carreira &#8211; MC Consultoria</title>
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		<title>&#8220;Cansei, preciso mudar de emprego. E agora?”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 00:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu tento ajudar meus clientes no dia a dia a responder questões como essas. Como eu trabalho também com a parte de contratação e recolocação de profissionais, eu percebo claramente que muitas pessoas que chegam até mim já incorporaram ao seu dia a dia algumas das dicas do escritor norte-americano e especialista em desenvolvimento pessoal]]></description>
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<p>Eu tento ajudar meus clientes no dia a dia a responder questões como essas. Como eu trabalho também com a parte de contratação e recolocação de profissionais, eu percebo claramente que muitas pessoas que chegam até mim já incorporaram ao seu dia a dia algumas das dicas do escritor norte-americano e especialista em desenvolvimento pessoal Mark Manson, em seu livro “A sutil arte de ligar o foda-se”. O best-seller mostra como a força das circunstâncias para ter uma vida perfeita cria armadilhas perigosas. Assim, numa linha contrária a outros livros do gênero, Manson mostra que ninguém precisa necessariamente ter sucesso e ser perfeito para encontrar a felicidade. E acrescenta que a dor é inevitável em nossas vidas e o segredo para ser feliz seria aceitá-la e não passar seus dias fugindo do inevitável. É uma leitura que está na moda no mundo corporativo hoje em dia, mas que nem sempre representa a o melhor caminho para sua carreira.</p>



<p>O fato é que muitas pessoas ligaram o tal botão “foda-se” em seus empregos atuais pelas mais diversas motivações e, quando chegam a um limite insuportável, procuram um profissional como eu buscando a tão sonhada recolocação em outra empresa. Chegam reclamando do chefe, dos colegas e da empresa, e por isso desejam uma transição de carreira – ou seja: querem sair de onde estão e conseguir um emprego melhor em outra empresa. A pergunta que mais ouço nessa hora é: “Mari, o que eu faço?”. É uma pergunta que pode dar origem a muitas respostas, dependendo a quem for endereçada.</p>



<p>É neste momento que se destaca uma diferença muito importante entre o trabalho de coach que eu desenvolvo e o trabalho tradicional oferecido por um bom headhunter, atividade que também realizo. O headhunter vai tentar atender o apelo do cliente, entender seu perfil profissional e, por meio de sua rede de contatos, tentará atender o seu pedido, conseguindo a nova colocação profissional. O serviço prestado por um coach experiente é diferente.</p>



<p>Eu, por exemplo, começo primeiro a entender o momento da pessoa e avaliar o que ela realmente está enfrentando de negativo no emprego atual. Eu analiso sua idade, sua história naquela empresa, a posição da sua carreira e quais são os seus objetivos. Outro ponto importantíssimo é que também faço uma avaliação do perfil profissional dela, pois muitas vezes o verdadeiro motivo do descontentamento do cliente é somente por estar atuando em uma área em que ela não está feliz devido às suas características pessoais e profissionais. Meu papel, nestes casos, portanto, é orientar estas pessoas com a minha experiência e mostrar que muitas vezes a solução mais adequada e simples para sua vida profissional é passar por um processo de coaching e não de recolocação.</p>



<p>É preciso, portanto, ter uma ideia muito clara do perfil e das características profissionais e pessoais deste cliente. E por que? Porque, dependendo da situação, ele poderá mudar de emprego, mas acabará encontrando mais à frente, na nova empresa, o mesmo tipo de problema ou obstáculo que vivia no emprego anterior. E isso pode acontecer por que as características dessa pessoa vão continuar as mesmas, pois ela apenas trocou de emprego, sem nenhum tipo de preparação, atualização ou treinamento adequados.</p>



<p>É claro que há outros caminhos que podem surgir. Alguns clientes acabam indo fazer terapia, enquanto vários, durante o processo de coaching, descobrem outros talentos profissionais e terminam por mudar mesmo de emprego e de área de atuação. Alguns partem até mesmo para o empreendedorismo. O ponto principal, porém, é que estas decisões não devem acontecer movidas apenas por questões emocionais ou impressões do dia a dia que podem estar camuflando outras situações. O processo de coaching é fundamental para entender seu momento profissional, seu verdadeiro perfil e os caminhos que você pode – ou deve – seguir dali para frente.</p>



<p>Você, profissional, precisa entender que se você estiver num momento de mudar radicalmente sua carreira profissional, você precisa estar muito ciente do que você realmente deseja, deixando suas emoções de lado. Hoje em dia, cada vez mais, os especialistas falam sobre inteligência emocional, o sistema de treinamento e crescimento pessoal e profissional Mindset e o&nbsp;Mindfulness (ou Atenção Plena, um estado&nbsp;onde treinamos qualidades de&nbsp;atenção&nbsp;ao presente e autocompaixão com experiências desafiadoras) – tudo isso porque o momento atual está voltado para o seu “eu”, para o seu autoconhecimento, o seu autogerenciamento e, sobretudo, o seu autocontrole sobre as suas emoções.</p>



<p>Muitas pessoas acabam sendo jogadas em determinadas áreas de uma organização em cargos que talvez elas nunca tenham sonhado. Mas, por uma questão de mérito conquistado em outro setor da companhia, são promovidas para este novo departamento e acabam permanecendo ali devido a vantagens financeiras. E, com isso, atendem às regras da empresa. O fato é que todo mundo, em algum momento, vai se questionar sobre a sua felicidade e sua satisfação ou não com seu trabalho. A grande dúvida desses profissionais é: “Eu quero ser feliz. Mas como ser feliz num momento tão diversificado e tão cheio de influências do meio econômico, da sociedade e das redes sociais?”.</p>



<p>Nessa hora, ninguém deve tomar uma decisão sozinho, a não ser que ele esteja realmente muito convicto da sua decisão, após uma análise muito cuidadosa do perfil profissional e comportamental do seu momento e do seu propósito de vida. É por isso que temos de observar bem este cenário, avaliando se é apenas uma questão emocional ou se é realmente a hora certa para mudanças mais profundas. Eu costumo usar duas palavras que traduzem esse quadro: “perspectiva” x “percepção”. Então, o nosso cliente, com a nossa ajuda, precisa se questionar, com honestidade e clareza, qual é a perspectiva que ele espera para a sua vida e a sua carreira. E, ao mesmo tempo, qual é a percepção que ele tem sobre o seu momento atual. Muitas vezes, essa percepção é muito superficial, abrangendo apenas uma situação específica, e não levando em consideração o futuro. Nestes casos, a pessoa pode ser influenciada por amigos e familiares e, com isso, tomar uma decisão precipitada. Por outro lado, ao sair deste universo limitado e buscar profissionais preparados para ajudá-lo, a pessoa pode se deparar com uma série de outros cenários que ela não tinha sequer analisado com profundidade.</p>



<p>Portanto, uma boa dica – e um grande desafio -, para você que está enfrentando uma situação como esta no seu trabalho, é descobrir se este é o momento de passar por um processo de coaching, e se aprimorar, ou se é hora mesmo de buscar uma transição de carreira. Para fazer isso, não “ligue o foda-se”, “aperte o play” e venha “jogar conosco”. Se isso faz sentido para você, venha tomar um café comigo sem compromisso. Tenho certeza de que posso ajudá-lo a tomar decisões menos emocionais, mais produtivas e com menos riscos à sua carreira profissional.</p>
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		<title>Confira 7 erros que você não pode cometer no seu currículo!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/confira-7-erros-que-voce-nao-pode-cometer-no-seu-curriculo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da]]></description>
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<p>O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da autoria dele o primeiro currículo profissional que se tem notícia. Foi em 1482. Ele tinha 30 anos e queria convencer o Duque de Milão, Ludovico Sforza, a lhe dar um emprego para construir pontes, máquinas, trincheiras e outras coisas. Com esse objetivo, ele escreveu um documento que descrevia suas habilidades e como elas poderiam ser úteis para Milão. Apesar de escrito centenas de anos atrás, ele reforça algumas lições para elaborar um currículo nos dias de hoje.</p>



<p>O&nbsp;nome “curriculum vitae” vem do latim, onde significa “trajetória de vida&#8221;. Hoje em dia, ele é mais conhecido simplesmente como “CV” ou “currículo” e tem como objetivos contar a história educacional e as experiências profissionais de alguém, além de destacar suas habilidades e competências. Independente de você estar empregado, e buscar uma melhor posição, ou desempregado, o seu currículo é uma ferramenta-chave para você se comunicar com os recrutadores e conseguir outro emprego. Então, é essencial elaborar o seu CV com muito cuidado, e evitar cometer alguns erros que muitos profissionais ainda insistem. Como parte da nossa experiência aqui na MC Coaching e Consultoria está diretamente ligada a recrutamento de profissionais, eu queria te contar sete erros que você nunca pode cometer no seu currículo.</p>



<p><strong>1) Não faça um currículo longo demais.&nbsp;</strong>Seu CV precisa ser bem objetivo, com no máximo duas páginas. As pessoas costumam mandar currículos com três a quatro folhas, mas eu já cheguei a receber documentos com até oito páginas! Isso é muito cansativo para quem está avaliando os currículos e pode acabar prejudicando bastante o candidato – em outras palavras, ele pode ser simplesmente descartado do processo por causa do tamanho do seu currículo. O bom recrutador espera receber informações objetivas, ele deseja que o CV a ser analisado já esteja direcionado adequadamente para a vaga a qual a pessoa está se candidatando.</p>



<p>&nbsp;<strong>2) Não mande o mesmo currículo para todas as vagas que disputa.&nbsp;</strong>O ideal é que todos sempre tenham mais de um currículo com versões mais direcionadas para determinada vaga. É uma dica mais aplicável aos profissionais com bastante experiência e que já passaram por diversas áreas, às vezes dentro da mesma empresa. Minha sugestão é que você tenha no mínimo dois currículos. Exemplo: se você tem experiência nas áreas financeira e contábil, por mais que você ache que sejam áreas ligadas, não adianta destacar as atividades contábeis para conquistar uma vaga na área financeira. É claro que no seu histórico profissional essas informações serão apresentadas, mas no item “Resumo das Qualificações” é muito importante que você destaque habilidades e experiências diretamente ligadas à vaga em disputa. O melhor é você adequar o seu currículo para cada vaga, mas sempre com informações verdadeiras. Se a vaga exige experiência internacional, por exemplo, você vai precisar criar um item para mostrar essa experiência, caso você possua – enquanto para muitas vagas essa não é uma característica tão essencial. Aqui vale outra dica: não perca tempo se candidatando a vagas que você não tem qualificação ou experiência. Muita gente costuma fazer isso, e não funciona. Se por exemplo, a oportunidade é para uma secretária executiva e você nunca exerceu essa função e nem tem um curso de secretariado, mas tem grande experiência como auxiliar administrativo, por mais que algumas atividades possam ser semelhantes, você não será escolhido e ainda deixará uma má impressão com o selecionador.</p>



<p>&nbsp;<strong>3) Não minta no seu currículo.&nbsp;</strong>Um exemplo clássico: se você não possui determinada vivência profissional e afirma que tem no CV, você corre o sério risco não só de perder a vaga, mas de ainda passar por uma situação constrangedora durante a entrevista. O recrutador vai checar informações com você e pedir detalhes que você não terá como passar. Há também os casos de profissionais que colocam “inglês avançado” no seu CV. Na hora da entrevista, quando esse é um aspecto considerado muito importante pela empresa, a entrevista pode acontecer em inglês e, neste caso, uma mentira certamente significará o fim do processo para aquele candidato.</p>



<p>&nbsp;<strong>4) Não esqueça de colocar o seu CEP.&nbsp;</strong>Seu currículo deve conter todos os seus dados pessoais, como endereço completo com CEP. Especialmente para vagas operacionais, o recrutador pode precisar destas informações para calcular a distância que o candidato terá de casa ao trabalho, e vice-versa. Isso é imprescindível, se a empresa determinar um limite de distância para seu futuro profissional. Como estamos trabalhando com um grande volume de CVs, quem colocar tudo certinho terá a preferência de ser avaliado melhor e não ser descartado injustamente.</p>



<p>&nbsp;<strong>5) Não coloque fotos inadequadas.&nbsp;</strong>Não é obrigatório colocar foto no seu currículo, mas se você quiser colocar, fique à vontade. Mas tenha muito cuidado ao escolher a foto. É importante que seja uma imagem com roupas mais sociais, de preferência com fundo branco, sem outras pessoas. Não publique fotos de você nos seus momentos de lazer, por exemplo. Essa foto do CV deve ser planejada e feita com este objetivo. Falando em fotos e imagem pessoal, uma dica que vale para quem busca um emprego e também para quem está contratado: cuidado com o que você posta nas suas redes sociais. Não poste exageradamente temas radicais sobre política, religião ou futebol, por exemplo. Cuidado com fotos feitas em churrascos e festas com amigos. Não poste fotos com bebida alcoólica. No caso do processo seletivo, pode ter a certeza que o recrutador vai dar uma olhada nas suas redes sociais antes de agendar uma entrevista – e você pode passar uma impressão errada sobre você mesmo com as suas publicações.</p>



<p>&nbsp;<strong>6) Não seja repetitivo.&nbsp;</strong>Além da questão do tamanho do seu CV, é importante você passar ao recrutador uma imagem de objetividade e organização. E um dos erros mais comuns que contribui para transmitir uma inversa oposta disso é ser repetitivo. Para evitar isso, planeje seu CV, escreva tudo com cuidado e depois leia e releia. Muitas pessoas repetem praticamente a mesma informação em “Resumo das Qualificações” e “Histórico Profissional”, e isso é cansativo e percebido como algo negativo. “Resumo das Qualificações” deve ser o segundo item do seu CV, logo após “Dados Pessoais”. Se você colocou ali, por exemplo, “10 anos de experiência em cargos de liderança e gestão de equipes” porque isso faz sentido para a vaga em disputa, não detalhe novamente isso no “Histórico Profissional” ao contar sobre suas experiências – neste caso, bastará colocar o seu cargo e o período. Em “Resumo das Qualificações”, sim, é importante apontar seus destaques e experiências profissionais de uma forma resumida, clara e objetiva.</p>



<p>&nbsp;<strong>7) Não deixe de destacar suas principais realizações.&nbsp;</strong>Outro item importante para se destacar de outros candidatos, mostrando claramente que premiações e realizações você já conquistou. Por exemplo: uma certificação internacional ou algum resultado concreto que a sua empresa obteve ganhos ou economias por um intermédio de um projeto que você idealizou ou realizou, ou mesmo algo que você conquistou por iniciativa sua. É importante, quando for o caso, você demonstrar suas iniciativas, foco e resultados para atingir aquilo que foi importante para a empresa e também para o seu currículo.</p>
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			</item>
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		<title>Como se dar bem numa entrevista de emprego!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/como-se-dar-bem-numa-entrevista-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você mostrar na prática, numa conversa clara, tranquila e objetiva, parte das suas qualidades que estão destacadas no seu currículo.</p>



<p>Em muitos casos, os empregadores criam vagas para pessoas que os convencem que podem ajudá-los a suprir necessidades e solucionar problemas. Seu possível empregador tem apenas uma pergunta em mente durante a entrevista para uma vaga. É a mesma pergunta que qualquer cliente faz ao considerar se deve ou não comprar um produto ou serviço &#8211; este empregador é um cliente. E, portanto, você é um produto ou um serviço que está à venda. A pergunta do seu possível cliente é: “O que eu ganho com isso?”. O tipo de emprego que você poderá conseguir e o tipo de salário que receber serão uma medida do quão bem você vende a sua imagem e os seus serviços nesse momento crítico da sua carreira. Lembre-se disso:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todo empregador tem necessidades que não foram supridas!</li><li>Todo empregador tem problemas que não foram resolvidos!</li><li>Todo empregador representa uma oportunidade para você!</li></ul>



<p>&nbsp;Será que você está preparado para esta entrevista? Confira algumas dicas:</p>



<p><strong>Pontualidade</strong>. Isso é indispensável. Em muitas empresas há uma orientação clara dos empregadores para os recrutadores não contratarem uma pessoa que chegou atrasada à entrevista de emprego. Então, redobre seu cuidado e calcule com bom-senso o tempo real que você vai precisar para se locomover ao local, considerando o trânsito e todas as demais variáveis. Com a pandemia, a grande maioria dos processos ocorre via online. Portanto, é importante que você avalie se a sua conexão de Internet está boa. Algumas empresas utilizam plataformas como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams ou até o Skype. Verifique um dia antes se está tudo funcionando bem, se está instalado em seu dispositivo e se o endereço de e-mail está correto. Fique pronto uns 15 minutos antes. Avalie a iluminação, o fundo do local onde você escolheu fazer a entrevista – cuidado para que não apareça desorganização nesse local. Cheque também a altura da mesa para você conseguir olhar de frente o entrevistador. Confira se aparece seu rosto inteiro, centralize a imagem com parte do seu corpo com se fosse uma foto 3&#215;4. Se no local que você estiver existir algum barulho, use o microfone do seu próprio celular para ficar nítida e clara a sua fala durante a entrevista.&nbsp;</p>



<p><strong>A primeira impressão conta muito</strong>. Por isso, vista-se bem para essa entrevista. Suas roupas, segundo algumas estimativas, podem somar 95% da primeira impressão que um possível empregador poderá ter de você. E o motivo é simples: as primeiras impressões são quase sempre visuais. Como escolher a roupa certa? Em primeiro lugar, entenda como aquela empresa funciona, qual é a sua cultura interna e então procure se vestir da mesma forma que faria se já estivesse trabalhando no local. Em muitos casos, há pessoas que são contratadas por serem os entrevistados mais bem vestidos. No caso dos homens, por exemplo, nem sempre terno e gravata passam uma boa primeira impressão. Algumas dicas para as mulheres: vá com os cabelos arrumados, maquiagem suave, blusa e calça discretas e sapatos confortáveis. Para os homens: cabelo e barba em ordem (hoje em dia não é necessário fazer a barba para uma entrevista de emprego, mas é essencial que ela esteja limpa e aparada), camisas sem muitos desenhos e sapatos discretos. A recomendação que vale para ambos é sentir-se confiante e elegante ao mesmo tempo, mas sem abandonar a sua própria personalidade e estilo.</p>



<p><strong>Saiba se vender</strong>. Uma entrevista de emprego nada mais é do que uma venda, na qual o empregador é o cliente e você é o produto à venda. Se você vai conseguir ou não o emprego, e até mesmo o seu salário, serão resultado dessa “venda”.&nbsp;Do quanto você foi bem-sucedido ao vender a sua imagem. Para se sair bem nessa “venda”, lembre-se que todo empregador tem necessidades que ainda não foram atendidas e problemas ou desafios não resolvidos. Para você, isso significa uma oportunidade. Este empregador tem uma grande dúvida: “Como serei beneficiado contratando você?”. Seu grande desafio na entrevista é responder adequadamente essa pergunta, mostrando de maneira clara e objetiva que você pode alcançar, evitar ou preservar algo que é prioridade para aquela empresa. Ou seja: seu dever na entrevista é mostrar, com entusiasmo, que você é capaz de atingir aquele resultado que ele necessita. Para isso, é muito importante você se preparar para esse encontro. O seu trabalho é convencer o empregador de maneira surpreendente de que este é o emprego certo para você e que você é a pessoa certa para este emprego.</p>



<p><strong>Estudo e planejamento</strong>. A preparação para a entrevista, que inclui responder a questão citada no tópico anterior, exige estudo e planejamento. Primeiro, esteja atualizado sobre o que está acontecendo no mundo e, em especial, na cidade onde existe a vaga para a qual você está se candidatando. Segundo, estude a empresa, seu mercado de atuação, produtos, serviços e concorrentes. Entenda como o seu mercado está funcionando e quais são seus principais problemas e desafios. Você não pode se apresentar como um profissional útil para os objetivos de negócios da empresa sem entender um pouco sobre esta área.</p>



<p><strong>Prepare sua memória</strong>. Na véspera da entrevista, ou poucos dias antes, treine sua memória, lembrando dos momentos mais marcantes da sua carreira profissional, das suas conquistas, de momentos que o seu desempenho profissional tenha realmente se destacado. Ter isso tudo fácil na cabeça vai transmitir segurança e objetividade ao recrutador – dois atributos muito positivos. Anote em um papel, um dia antes da entrevista, realizações profissionais, momentos importantes de decisão em sua carreira, situações em que você teve que resolver&nbsp;problemas com a equipe ou com seu líder ou mesmo situações do dia a dia&nbsp;em que suas emoções foram colocadas à prova.</p>



<p><strong>Faça boas perguntas</strong>. Sua função na entrevista de emprego não é apenas responder bem as questões que forem feitas. Você também pode ficar atento e esperar por boas oportunidades para fazer perguntas inteligentes e pertinentes. Seu objetivo será mostrar interesse pela empresa e pela vaga e, principalmente, demonstrar que você pesquisou sobre a empresa e sua área de atuação. Apenas não faça perguntas simples demais que qualquer um poderia obter respostas numa consulta rápida no Google – nesse caso, você passaria uma imagem contrária: de não ter estudado nada sobre a empresa.</p>



<p>Sua principal meta na entrevista de emprego é convencer o empregador de que você pode alcançar o resultado que ele precisa ou melhorar a situação que ele está enfrentando. O custo é a sua contratação. Quanto melhor você se planejar e se preparar, mais fácil será convencer o empregador que você é a pessoa ideal para o emprego. Descreva a sua experiência de forma que se relacione com a posição. Explique as contribuições que você acredita que poderia fazer para o possível empregador e para a empresa. Não tenha medo de ser entusiasta e assertivo ao vender a si mesmo para o seu possível empregador. Boa sorte, e mais uma dica: sorte é o encontro da oportunidade com o conhecimento. Portanto, prepare-se pra ter também BOA SORTE em sua carreira!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você se considera um profissional engajado? Mesmo?</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/voce-se-considera-um-profissional-engajado-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 00:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, muito tem se falado sobre engajamento e o quanto esse fator impacta tanto para as organizações quanto para sua carreira. Você sabia que a diferença de&#160;performance&#160;entre um profissional com alto engajamento e um desengajado é de aproximadamente 202%? Portanto, não dá para negar os benefícios de manter pessoas engajadas para as empresas. Contudo, vale]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, muito tem se falado sobre engajamento e o quanto esse fator impacta tanto para as organizações quanto para sua carreira.</p>



<p><strong>Você sabia que a diferença de</strong><em><strong>&nbsp;performance</strong></em><strong>&nbsp;entre um profissional com alto engajamento e um desengajado é de aproximadamente 202%?</strong></p>



<p>Portanto, não dá para negar os benefícios de manter pessoas engajadas para as empresas. Contudo, vale ressaltar que o engajamento também favorece o profissional. Diversas pesquisas indicam que, se você estiver engajado com sua empresa, seu nível de satisfação com o trabalho irá aumentar.</p>



<p><strong>E quanto mais engajado você estiver, mais eficiente e direcionado para o sucesso você será!</strong></p>



<p>Segundo o Instituto Gallup, uma pesquisa feita com 225 mil pessoas em 142 países, o número de engajados resume-se a meros 13% da força de trabalho mundial. &nbsp;Isso significa que apenas um em cada oito trabalhadores está engajado, ou seja, está profundamente envolvido com seu trabalho e empenha esforços voluntários para contribuir positivamente com sua organização.</p>



<p><strong>Quanto maior a escassez, maior a demanda.&nbsp;Profissionais engajados são, hoje, o sonho de toda a empresa. E há boas razões para isso:</strong></p>



<p><em>Pesquisas feitas pelo Gallup com mais de 1,3 milhão de trabalhadores em 192 organizações descobriu que aquelas nas quais o engajamento é maior são&nbsp;<strong>22% mais lucrativas</strong>,&nbsp;<strong>21% mais produtivas&nbsp;</strong>e possuem um índice de&nbsp;</em><em><strong>absenteísmo 37% menor</strong></em><em>&nbsp;do que as que apresentam menor porcentagem de funcionários engajados</em>. Além disso, as campeãs de engajamento ostentam uma taxa de&nbsp;<em><strong>turn over 25% inferior&nbsp;</strong></em>(nas empresas de alta rotatividade) e&nbsp;<strong>65% menor&nbsp;</strong>(nas de baixa rotatividade).</p>



<p><strong>Mas afinal, o que é engajamento?</strong></p>



<p>Engajamento diz respeito ao quanto você está disposto a investir, voluntariamente, em seu trabalho e sua organização. Não é satisfação, bem-estar ou comprometimento.</p>



<p><em><strong>É uma conexão física, emocional, cognitiva e social que se desenvolve quando estabelecemos uma relação imbuída de propósito</strong><strong>com diferentes aspectos de nossa vida, gerando, assim, um esforço voluntário direcionado a um objetivo.</strong></em></p>



<p><em><strong>O engajamento total engloba o engajamento com a vida. Uma pessoa engajada com o trabalho, mas desengajada com a vida, poderá experimentar problemas como a tendência ao workaholismo, desequilíbrio entre o pessoal e o profissional, baixos níveis de bem-estar e de satisfação no que diz respeito aos aspectos pessoais de sua existência e outras questões que, com o tempo, acabarão por se refletir negativamente em seu desempenho profissional.</strong></em></p>



<p><strong>O que provoca o engajamento?</strong></p>



<p><em>Muitos ainda pensam que ele depende de uma&nbsp;</em>recompensa financeira. Segundo um estudo conduzido por Dale Carnegie,&nbsp;<strong>89% dos empregadores acredita que os funcionários deixam suas empresas para ganharem mais dinheiro,</strong>&nbsp;enquanto que isso ocorre verdadeiramente apenas&nbsp;<strong>em 12%&nbsp;</strong>dos casos. Além disso,&nbsp;<strong>75% dos demissionários voluntários (pessoas que pedem demissão), não deixam seus empregos, eles deixam seus chefes!</strong></p>



<p>Entre os funcionários altamente engajados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>43% recebem feedback ao menos uma vez por semana;</li><li>79% tem confiança em seus líderes;</li><li>54% tem orgulho da contribuição de suas empresas para sociedade;</li><li>20% tem a autonomia como principal fator de engajamento.</li></ul>



<p><strong>É possível tornar-se mais engajado?</strong></p>



<p>O engajamento envolve 4 dimensões:</p>



<p><strong>1 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A física</strong>: é ovigor e a energia que você dispensa àquilo que está fazendo.</p>



<p><strong>&nbsp;2 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A emocional</strong><strong>:&nbsp;</strong>é a dedicação, quanto do seu coração você coloca no trabalho ou tarefa a ser realizada e o sentimento de orgulho que isso gera.</p>



<p><strong>3 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A social</strong><strong>:&nbsp;</strong>trata da qualidade das relações que você mantém, e que se reflete na colaboração necessária para fazer as coisas que você não pode fazer sozinho &#8211; ou que gerariam resultados melhores se você as fizesse com o apoio de outras pessoas.</p>



<p><strong>4 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A cognitiva</strong><strong>,&nbsp;</strong>é o foco e a concentração direcionados à atividade que você está executando.</p>



<p>Agora que você conheceu as dimensões do engajamento, que tal refletir sobre como isso se aplica a você? Pense e responda:</p>



<p>ü&nbsp;<strong>Como você avalia seu engajamento físico, emocional, social e cognitivo com o trabalho?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>E com sua vida pessoal? Você diria que os níveis são altos ou baixos?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>Por que você acha que esses níveis estão do modo que estão?</strong></p>



<p>O Coaching e seus pilares: filosofia, psicologia positiva e neurociência ajudam a promover o engajamento. Mas este é assunto para meu próximo post.&nbsp;<strong>Afinal, se engajamento é uma escolha, qual a sua?&nbsp;</strong></p>
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