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	<title>Mercado de Trabalho &#8211; MC Consultoria</title>
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	<title>Mercado de Trabalho &#8211; MC Consultoria</title>
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		<title>12,6 milhões de desempregados! Isso tudo é realmente falta de emprego?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 00:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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<p>De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem hoje 12,6 milhões de desempregados – isso representa uma redução no desemprego brasileiro, pois no início deste ano os números oficiais passavam dos 13 milhões de pessoas. O índice de desemprego atual no País é de 11,8%, na média geral, mas esse percentual muda muito de acordo com o sexo, idade, escolaridade e capacitação da pessoa. Ou seja: mulheres, jovens, profissionais sem nível superior ou capacitação profissional adequada vivem uma realidade muito pior e, por isso, enfrentam muito mais dificuldades para conseguir um novo trabalho.</p>



<p>Um exemplo interessante: se considerarmos apenas os profissionais com 25 anos ou mais e com ensino superior completo, essa taxa de desemprego cai de 11,8% para 5,7%. Isso mostra que quanto maior a qualificação, menor o desemprego. Nós, que trabalhamos no dia a dia buscando profissionais adequados para os nossos clientes, enfrentamos essa realidade na prática. Neste momento, por exemplo, tenho algumas vagas que simplesmente não consigo preencher porque não consigo localizar profissionais qualificados para as funções. Ao mesmo tempo, não param de chegar currículos de candidatos, mas de profissionais sem a menor condição de assumir esses desafios. E essas pessoas não estão buscando se qualificar melhor para aumentar sua chance de conseguir um novo emprego.</p>



<p>Há um dado bem interessante levantado pelo Sindicato dos Comerciários do Estado de São Paulo e pela LCA Consultores. A cidade de São Paulo promove alguns mutirões de emprego, com o objetivo de ajudar as empresas a encontrarem os profissionais certos para as vagas disponíveis. Em 2018, foram realizados dois mutirões com, no total, 10.800 candidatos disputando 5.800 vagas. No final, somente 3.500 vagas foram preenchidas. Neste ano, aconteceu apenas um mutirão, com a presença de 15.000 desempregados buscando uma recolocação. Eram 6.000 vagas em disputas, mas somente 1.325 delas foram ocupadas. O motivo? O mesmo para os dois casos: falta de qualificação por parte dos candidatos. Esse mesmo estudo mostra que haviam, no primeiro trimestre deste ano, 634.300 desempregados considerados pelos especialistas como “de difícil recolocação”.</p>



<p>Nos últimos dois anos, 60% das 11.800 vagas ofertadas em mutirões do emprego, que reuniram grandes empresas, simplesmente não foram preenchidas – apesar do número de candidatos ser sempre bem superior ao de vagas abertas. E sabe o motivo disso? Porque eles têm dificuldade de se expressar e fazer contas, possuem poucos (ou nenhum) conhecimento de informática e inglês e muitas vezes desconhecem a própria língua portuguesa, além de contarem com poucos anos de estudo. É assustador, não acha? E nada indica que este cenário tenha melhorado de lá para cá. As pessoas precisam entender que não basta querer um emprego, é fundamental nos dias de hoje se preparar cada vez mais para atingir esse objetivo.</p>



<p>De acordo com o Sindicato e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), em um mutirão recente foram ofertadas 2.000 vagas para caixa de supermercado, com salário mensal em torno de R$ 1.100,00. Acredite: apenas metade das vagas foi preenchida por falta de qualificação dos candidatos. No início do ano, a Atento, empresa de telemarketing de prestígio e maior empregadora privada do Brasil, abriu 1.200 vagas no Mutirão do Emprego, promovido pelo Sindicato dos Comerciários. O resultado foi impressionante: somente 600 interessados e apenas sete operadores de telemarketing haviam sido contratados até junho. Isso representava menos de 1% da demanda da Atento, na época.</p>



<p>Não há dúvida que o mercado brasileiro está enfrentando uma das piores crises das últimas décadas, com corte severo de vagas. Isso é fato. Assim como se torna cada vez mais desafiador enfrentar essa “selva” sem a qualificação adequada para as vagas desejadas. Se você for jovem, a situação é ainda mais alarmante, pois os jovens sem qualificação são, sem dúvida, a parcela da população mais impactada pela crise e, consequentemente, pelo desemprego. Mas não é só. Segundo especialistas em recrutamento, é mais difícil conseguir um emprego para quem tem até o ensino fundamental, tem menos de 20 anos ou mais de 45 e está há mais de um ano fora do mercado.</p>



<p>Existe hoje um abismo entre a qualidade da mão de obra disponível no mercado e o que as empresas realmente precisam para suprir suas necessidades. Especialistas apontam que isso não é culpa da crise. E que não deve se resolver com a retomada da economia, tão esperada para 2020. Segundo Fábio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), de cada 10 desocupados, dois devem ficar fora do mercado de trabalho na próxima década. Isso significa que aquele número de 634.300 desempregados, considerados “de difícil recolocação”, pode saltar para 1,4 milhão em 10 anos.</p>



<p>Em 2014, por exemplo, antes da recessão, a economia estava tão aquecida que até profissionais com poucas qualificações eram absorvidos. Uma ilusão que enganou muita gente, pois, com a crise, o quadro se inverteu e ficou claro que há pouca esperança para quem não se qualificar, atualizar, treinar e se adaptar às novas necessidades muito mais exigentes dos empregadores. É fato que muitos desempregados não estão preparados para conquistar nem mesmo uma vaga muito básica, como operador de telemarketing ou padeiro.</p>



<p>Mas, concretamente, o que as pessoas que estão com dificuldade de conseguir um novo emprego podem fazer para melhorarem suas chances nessas disputas por vagas?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A primeira recomendação é se candidatar a vagas que realmente sejam compatíveis com o seu perfil profissional. Não vale a pena perder o seu tempo e energia, nem a do recrutador, em objetivos impossíveis.</li><li>A segunda dica é caprichar um pouco mais no seu currículo, que é outro problema que detectamos com frequência no nosso dia a dia. Seu currículo deve ser curto, com no máximo duas páginas. Currículos extensos tornam difícil para o recrutador uma leitura mais objetiva e clara das informações importantes que você precisa transmitir.</li><li>O currículo deve passar, de maneira clara e objetiva, informações pertinentes ao cargo que você está pleiteando. O ideal é que a pessoa tenha mais de um currículo montado, e envie uma versão “adaptada” ao perfil da vaga em disputa para o recrutador. Mas sempre com informações verdadeiras. Estamos falando de foco ao se apresentar, e não de inventar um perfil.</li><li>É importante, também, que o currículo tenha logo no início um tópico “Resumo das Qualificações”, onde devem ser destacadas qualificações importantes da pessoa para aquela vaga, como o tempo de experiência no setor, o tempo que exerceu alguma liderança na área, domínio ou bons conhecimentos de informática ou inglês, principais realizações durante sua experiência na área etc.</li></ul>



<p>Se você deseja aprimorar o seu currículo, melhorar seu perfil no Linkedin e se preparar de maneira mais eficiente para as futuras entrevistas de emprego, a MC Coaching &amp; Consultoria pode ajudar você. Temos muita experiência neste trabalho e temos condição de orientá-lo no sentido, por exemplo, de tornar o seu currículo mais atrativo para o mercado atual, o que poderá contribuir decisivamente para que você consiga superar mais facilmente a enorme competitividade atual desse mercado com mais de 12 milhões de desempregados.</p>
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			</item>
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		<title>Confira 7 erros que você não pode cometer no seu currículo!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/confira-7-erros-que-voce-nao-pode-cometer-no-seu-curriculo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da]]></description>
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<p>O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da autoria dele o primeiro currículo profissional que se tem notícia. Foi em 1482. Ele tinha 30 anos e queria convencer o Duque de Milão, Ludovico Sforza, a lhe dar um emprego para construir pontes, máquinas, trincheiras e outras coisas. Com esse objetivo, ele escreveu um documento que descrevia suas habilidades e como elas poderiam ser úteis para Milão. Apesar de escrito centenas de anos atrás, ele reforça algumas lições para elaborar um currículo nos dias de hoje.</p>



<p>O&nbsp;nome “curriculum vitae” vem do latim, onde significa “trajetória de vida&#8221;. Hoje em dia, ele é mais conhecido simplesmente como “CV” ou “currículo” e tem como objetivos contar a história educacional e as experiências profissionais de alguém, além de destacar suas habilidades e competências. Independente de você estar empregado, e buscar uma melhor posição, ou desempregado, o seu currículo é uma ferramenta-chave para você se comunicar com os recrutadores e conseguir outro emprego. Então, é essencial elaborar o seu CV com muito cuidado, e evitar cometer alguns erros que muitos profissionais ainda insistem. Como parte da nossa experiência aqui na MC Coaching e Consultoria está diretamente ligada a recrutamento de profissionais, eu queria te contar sete erros que você nunca pode cometer no seu currículo.</p>



<p><strong>1) Não faça um currículo longo demais.&nbsp;</strong>Seu CV precisa ser bem objetivo, com no máximo duas páginas. As pessoas costumam mandar currículos com três a quatro folhas, mas eu já cheguei a receber documentos com até oito páginas! Isso é muito cansativo para quem está avaliando os currículos e pode acabar prejudicando bastante o candidato – em outras palavras, ele pode ser simplesmente descartado do processo por causa do tamanho do seu currículo. O bom recrutador espera receber informações objetivas, ele deseja que o CV a ser analisado já esteja direcionado adequadamente para a vaga a qual a pessoa está se candidatando.</p>



<p>&nbsp;<strong>2) Não mande o mesmo currículo para todas as vagas que disputa.&nbsp;</strong>O ideal é que todos sempre tenham mais de um currículo com versões mais direcionadas para determinada vaga. É uma dica mais aplicável aos profissionais com bastante experiência e que já passaram por diversas áreas, às vezes dentro da mesma empresa. Minha sugestão é que você tenha no mínimo dois currículos. Exemplo: se você tem experiência nas áreas financeira e contábil, por mais que você ache que sejam áreas ligadas, não adianta destacar as atividades contábeis para conquistar uma vaga na área financeira. É claro que no seu histórico profissional essas informações serão apresentadas, mas no item “Resumo das Qualificações” é muito importante que você destaque habilidades e experiências diretamente ligadas à vaga em disputa. O melhor é você adequar o seu currículo para cada vaga, mas sempre com informações verdadeiras. Se a vaga exige experiência internacional, por exemplo, você vai precisar criar um item para mostrar essa experiência, caso você possua – enquanto para muitas vagas essa não é uma característica tão essencial. Aqui vale outra dica: não perca tempo se candidatando a vagas que você não tem qualificação ou experiência. Muita gente costuma fazer isso, e não funciona. Se por exemplo, a oportunidade é para uma secretária executiva e você nunca exerceu essa função e nem tem um curso de secretariado, mas tem grande experiência como auxiliar administrativo, por mais que algumas atividades possam ser semelhantes, você não será escolhido e ainda deixará uma má impressão com o selecionador.</p>



<p>&nbsp;<strong>3) Não minta no seu currículo.&nbsp;</strong>Um exemplo clássico: se você não possui determinada vivência profissional e afirma que tem no CV, você corre o sério risco não só de perder a vaga, mas de ainda passar por uma situação constrangedora durante a entrevista. O recrutador vai checar informações com você e pedir detalhes que você não terá como passar. Há também os casos de profissionais que colocam “inglês avançado” no seu CV. Na hora da entrevista, quando esse é um aspecto considerado muito importante pela empresa, a entrevista pode acontecer em inglês e, neste caso, uma mentira certamente significará o fim do processo para aquele candidato.</p>



<p>&nbsp;<strong>4) Não esqueça de colocar o seu CEP.&nbsp;</strong>Seu currículo deve conter todos os seus dados pessoais, como endereço completo com CEP. Especialmente para vagas operacionais, o recrutador pode precisar destas informações para calcular a distância que o candidato terá de casa ao trabalho, e vice-versa. Isso é imprescindível, se a empresa determinar um limite de distância para seu futuro profissional. Como estamos trabalhando com um grande volume de CVs, quem colocar tudo certinho terá a preferência de ser avaliado melhor e não ser descartado injustamente.</p>



<p>&nbsp;<strong>5) Não coloque fotos inadequadas.&nbsp;</strong>Não é obrigatório colocar foto no seu currículo, mas se você quiser colocar, fique à vontade. Mas tenha muito cuidado ao escolher a foto. É importante que seja uma imagem com roupas mais sociais, de preferência com fundo branco, sem outras pessoas. Não publique fotos de você nos seus momentos de lazer, por exemplo. Essa foto do CV deve ser planejada e feita com este objetivo. Falando em fotos e imagem pessoal, uma dica que vale para quem busca um emprego e também para quem está contratado: cuidado com o que você posta nas suas redes sociais. Não poste exageradamente temas radicais sobre política, religião ou futebol, por exemplo. Cuidado com fotos feitas em churrascos e festas com amigos. Não poste fotos com bebida alcoólica. No caso do processo seletivo, pode ter a certeza que o recrutador vai dar uma olhada nas suas redes sociais antes de agendar uma entrevista – e você pode passar uma impressão errada sobre você mesmo com as suas publicações.</p>



<p>&nbsp;<strong>6) Não seja repetitivo.&nbsp;</strong>Além da questão do tamanho do seu CV, é importante você passar ao recrutador uma imagem de objetividade e organização. E um dos erros mais comuns que contribui para transmitir uma inversa oposta disso é ser repetitivo. Para evitar isso, planeje seu CV, escreva tudo com cuidado e depois leia e releia. Muitas pessoas repetem praticamente a mesma informação em “Resumo das Qualificações” e “Histórico Profissional”, e isso é cansativo e percebido como algo negativo. “Resumo das Qualificações” deve ser o segundo item do seu CV, logo após “Dados Pessoais”. Se você colocou ali, por exemplo, “10 anos de experiência em cargos de liderança e gestão de equipes” porque isso faz sentido para a vaga em disputa, não detalhe novamente isso no “Histórico Profissional” ao contar sobre suas experiências – neste caso, bastará colocar o seu cargo e o período. Em “Resumo das Qualificações”, sim, é importante apontar seus destaques e experiências profissionais de uma forma resumida, clara e objetiva.</p>



<p>&nbsp;<strong>7) Não deixe de destacar suas principais realizações.&nbsp;</strong>Outro item importante para se destacar de outros candidatos, mostrando claramente que premiações e realizações você já conquistou. Por exemplo: uma certificação internacional ou algum resultado concreto que a sua empresa obteve ganhos ou economias por um intermédio de um projeto que você idealizou ou realizou, ou mesmo algo que você conquistou por iniciativa sua. É importante, quando for o caso, você demonstrar suas iniciativas, foco e resultados para atingir aquilo que foi importante para a empresa e também para o seu currículo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como se dar bem numa entrevista de emprego!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/como-se-dar-bem-numa-entrevista-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você mostrar na prática, numa conversa clara, tranquila e objetiva, parte das suas qualidades que estão destacadas no seu currículo.</p>



<p>Em muitos casos, os empregadores criam vagas para pessoas que os convencem que podem ajudá-los a suprir necessidades e solucionar problemas. Seu possível empregador tem apenas uma pergunta em mente durante a entrevista para uma vaga. É a mesma pergunta que qualquer cliente faz ao considerar se deve ou não comprar um produto ou serviço &#8211; este empregador é um cliente. E, portanto, você é um produto ou um serviço que está à venda. A pergunta do seu possível cliente é: “O que eu ganho com isso?”. O tipo de emprego que você poderá conseguir e o tipo de salário que receber serão uma medida do quão bem você vende a sua imagem e os seus serviços nesse momento crítico da sua carreira. Lembre-se disso:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todo empregador tem necessidades que não foram supridas!</li><li>Todo empregador tem problemas que não foram resolvidos!</li><li>Todo empregador representa uma oportunidade para você!</li></ul>



<p>&nbsp;Será que você está preparado para esta entrevista? Confira algumas dicas:</p>



<p><strong>Pontualidade</strong>. Isso é indispensável. Em muitas empresas há uma orientação clara dos empregadores para os recrutadores não contratarem uma pessoa que chegou atrasada à entrevista de emprego. Então, redobre seu cuidado e calcule com bom-senso o tempo real que você vai precisar para se locomover ao local, considerando o trânsito e todas as demais variáveis. Com a pandemia, a grande maioria dos processos ocorre via online. Portanto, é importante que você avalie se a sua conexão de Internet está boa. Algumas empresas utilizam plataformas como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams ou até o Skype. Verifique um dia antes se está tudo funcionando bem, se está instalado em seu dispositivo e se o endereço de e-mail está correto. Fique pronto uns 15 minutos antes. Avalie a iluminação, o fundo do local onde você escolheu fazer a entrevista – cuidado para que não apareça desorganização nesse local. Cheque também a altura da mesa para você conseguir olhar de frente o entrevistador. Confira se aparece seu rosto inteiro, centralize a imagem com parte do seu corpo com se fosse uma foto 3&#215;4. Se no local que você estiver existir algum barulho, use o microfone do seu próprio celular para ficar nítida e clara a sua fala durante a entrevista.&nbsp;</p>



<p><strong>A primeira impressão conta muito</strong>. Por isso, vista-se bem para essa entrevista. Suas roupas, segundo algumas estimativas, podem somar 95% da primeira impressão que um possível empregador poderá ter de você. E o motivo é simples: as primeiras impressões são quase sempre visuais. Como escolher a roupa certa? Em primeiro lugar, entenda como aquela empresa funciona, qual é a sua cultura interna e então procure se vestir da mesma forma que faria se já estivesse trabalhando no local. Em muitos casos, há pessoas que são contratadas por serem os entrevistados mais bem vestidos. No caso dos homens, por exemplo, nem sempre terno e gravata passam uma boa primeira impressão. Algumas dicas para as mulheres: vá com os cabelos arrumados, maquiagem suave, blusa e calça discretas e sapatos confortáveis. Para os homens: cabelo e barba em ordem (hoje em dia não é necessário fazer a barba para uma entrevista de emprego, mas é essencial que ela esteja limpa e aparada), camisas sem muitos desenhos e sapatos discretos. A recomendação que vale para ambos é sentir-se confiante e elegante ao mesmo tempo, mas sem abandonar a sua própria personalidade e estilo.</p>



<p><strong>Saiba se vender</strong>. Uma entrevista de emprego nada mais é do que uma venda, na qual o empregador é o cliente e você é o produto à venda. Se você vai conseguir ou não o emprego, e até mesmo o seu salário, serão resultado dessa “venda”.&nbsp;Do quanto você foi bem-sucedido ao vender a sua imagem. Para se sair bem nessa “venda”, lembre-se que todo empregador tem necessidades que ainda não foram atendidas e problemas ou desafios não resolvidos. Para você, isso significa uma oportunidade. Este empregador tem uma grande dúvida: “Como serei beneficiado contratando você?”. Seu grande desafio na entrevista é responder adequadamente essa pergunta, mostrando de maneira clara e objetiva que você pode alcançar, evitar ou preservar algo que é prioridade para aquela empresa. Ou seja: seu dever na entrevista é mostrar, com entusiasmo, que você é capaz de atingir aquele resultado que ele necessita. Para isso, é muito importante você se preparar para esse encontro. O seu trabalho é convencer o empregador de maneira surpreendente de que este é o emprego certo para você e que você é a pessoa certa para este emprego.</p>



<p><strong>Estudo e planejamento</strong>. A preparação para a entrevista, que inclui responder a questão citada no tópico anterior, exige estudo e planejamento. Primeiro, esteja atualizado sobre o que está acontecendo no mundo e, em especial, na cidade onde existe a vaga para a qual você está se candidatando. Segundo, estude a empresa, seu mercado de atuação, produtos, serviços e concorrentes. Entenda como o seu mercado está funcionando e quais são seus principais problemas e desafios. Você não pode se apresentar como um profissional útil para os objetivos de negócios da empresa sem entender um pouco sobre esta área.</p>



<p><strong>Prepare sua memória</strong>. Na véspera da entrevista, ou poucos dias antes, treine sua memória, lembrando dos momentos mais marcantes da sua carreira profissional, das suas conquistas, de momentos que o seu desempenho profissional tenha realmente se destacado. Ter isso tudo fácil na cabeça vai transmitir segurança e objetividade ao recrutador – dois atributos muito positivos. Anote em um papel, um dia antes da entrevista, realizações profissionais, momentos importantes de decisão em sua carreira, situações em que você teve que resolver&nbsp;problemas com a equipe ou com seu líder ou mesmo situações do dia a dia&nbsp;em que suas emoções foram colocadas à prova.</p>



<p><strong>Faça boas perguntas</strong>. Sua função na entrevista de emprego não é apenas responder bem as questões que forem feitas. Você também pode ficar atento e esperar por boas oportunidades para fazer perguntas inteligentes e pertinentes. Seu objetivo será mostrar interesse pela empresa e pela vaga e, principalmente, demonstrar que você pesquisou sobre a empresa e sua área de atuação. Apenas não faça perguntas simples demais que qualquer um poderia obter respostas numa consulta rápida no Google – nesse caso, você passaria uma imagem contrária: de não ter estudado nada sobre a empresa.</p>



<p>Sua principal meta na entrevista de emprego é convencer o empregador de que você pode alcançar o resultado que ele precisa ou melhorar a situação que ele está enfrentando. O custo é a sua contratação. Quanto melhor você se planejar e se preparar, mais fácil será convencer o empregador que você é a pessoa ideal para o emprego. Descreva a sua experiência de forma que se relacione com a posição. Explique as contribuições que você acredita que poderia fazer para o possível empregador e para a empresa. Não tenha medo de ser entusiasta e assertivo ao vender a si mesmo para o seu possível empregador. Boa sorte, e mais uma dica: sorte é o encontro da oportunidade com o conhecimento. Portanto, prepare-se pra ter também BOA SORTE em sua carreira!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A competitividade está em alta!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/a-competitividade-esta-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 15:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1959, o naturalista inglês Charles Darwin publicou o livro “A origem das espécies”, no qual mudava radicalmente a biologia com a sua famosa “Teoria da Evolução”. De acordo com essa teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1959, o naturalista inglês Charles Darwin publicou o livro “A origem das espécies”, no qual mudava radicalmente a biologia com a sua famosa “Teoria da Evolução”. De acordo com essa teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se adapta às condições do ambiente em que vive. Uma luta parecida deve se acirrar daqui para frente no mercado corporativo do novo mundo pós-pandemia. Os profissionais mais bem-sucedidos e com mais chances de conquistarem os melhores empregos serão os que tiverem maior capacidade de reagir positivamente às mudanças que já começamos a enfrentar.</p>



<p>Neste mundo pós-pandemia, portanto, a competitividade para se conseguir um emprego será ainda maior, exigindo dos candidatos mais preparo para superar os mais diferentes desafios e capacidade de dar respostas mais rápidas às organizações de todos os portes e segmentos. Hoje em dia, o mercado de trabalho já busca profissionais não apenas com habilidades técnicas, mas também com habilidades humanas e conceituais. Eles têm que estar alinhados aos objetivos estratégicos da empresa na qual trabalham. Essa tendência deve se acelerar fortemente daqui para frente, pois a quantidade de mão-de-obra disponível no mercado vai crescer bastante e, ao mesmo tempo, os consumidores e clientes também estão mudando. Muitas empresas, e seus profissionais, precisarão mudar para continuarem sendo competitivos. Muitas empresas terão de se reinventar para não morrerem – e isso exigirá profissionais capazes de enxergar e aplicar as inovações necessárias.</p>



<p>É preciso entender que existe uma diferença muito importante entre “competitividade” e “competição”. No mundo corporativo, por exemplo, o que diferencia uma empresa que desenvolve a competitividade e aquela que incentiva a competição? Competição não é algo positivo. Já a competitividade é saudável, pois envolve a autossuperação e a busca pela melhor forma de realizar uma atividade, enquanto a competição é uma maneira de superar o outro, como se fosse um esporte. Os profissionais que são treinados para desenvolver as características da competitividade conseguem alcançar mais rapidamente os seus objetivos e melhorar os resultados que a sua empresa demanda.</p>



<p>Mas como se tornar, na prática, um profissional mais competitivo? Competitividade abrange, obrigatoriamente, três pontos essenciais no dia a dia de trabalho: aprendizado constante, talentos/competências e rede de contatos.&nbsp;Essas questões não podem sair da mira de quem pretende se aprimorar profissionalmente e ser mais competitivo ao disputar uma futura posição dentro de um organização de qualquer tamanho ou área de atuação. Confira algumas características de um profissional competitivo que são buscadas, cada vez mais, pelos selecionadores e chefes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Resiliência</strong>. A resiliência pode ser definida como a capacidade de superar as adversidades, sem transformar isso em sentimentos negativos. O cenário deste mercado pós-pandemia será caracterizado por frequentes e rápidas transformações de tecnologia e na economia, exigindo mudanças nas instituições e nos seus profissionais. Isso exige a capacidade de saber se adaptar. E somente assim as empresas conseguirão se ajustar às novas condições econômicas, sociais, culturais, tecnológicas e políticas. Todas essas pressões e cobranças constantes por parte da empresa e do mercado poderão gerar ansiedade e estresse em profissionais sem a capacidade da resiliência. O mercado de trabalho necessita de profissionais adaptáveis às mudanças e capazes de lidar com as pressões de uma forma positiva.</li><li><strong>A capacidade de tomar decisões eficazes</strong>. É fundamental que o funcionário aprenda a fazer escolhas de forma rápida e assertiva.</li><li><strong>Ser diferente</strong>. É essencial se diferenciar dos demais. Pensar diferente, trazendo soluções inovadoras para questões do dia a dia. Para isso, é preciso colocar em prática suas habilidades, mostrando competências, agregando valor ao seu trabalho e, assim, buscando bons resultados para a empresa.</li><li><strong>Inovação.</strong>&nbsp;Inove sempre que puder. Inovar significa “sair da caixa”, ter ideias, criar novas soluções e abusar da criatividade &#8211; sem deixar de ser factível, é claro. Isso vai diferenciar e valorizar seu trabalho. Ser inovador nos processos internos representa pensar de modo distinto, criar um ambiente propício ao desenvolvimento da equipe, gerar valor e, com isso, atingir objetivos expressivos.</li><li><strong>Empatia</strong>. É a habilidade de se colocar no lugar do outro. Desenvolvê-la requer atitudes como ouvir na essência, o que exige olhar para a pessoa enquanto ela fala, sem julgar ou dividir sua atenção com atividades paralelas, por exemplo. A empatia é uma das competências sociais mais relevantes para o mercado de trabalho. Por meio desse sentimento, os líderes se tornam capazes de realizar tarefas como: compreender seus liderados e manter um interesse ativo por suas preocupações; dar a melhor orientação para servir, antever, identificar e satisfazer as necessidades dos clientes; aprimorar sua capacidade de desenvolver equipes, perceber as necessidades das pessoas, identificar seus pontos fracos e reforçar suas aptidões; e cultivar as melhores oportunidades por meio de pessoas diferentes, sem deixar de valorizar a diversidade.</li><li><strong>Estudar constantemente</strong>. Existem muitas formas de estudar constantemente sobre a sua profissão e o seu mercado de trabalho: ler reportagens, estudos, pesquisas e livros; ter conhecimento dos fatos que são notícias relevantes na atualidade; conversar com outros profissionais da área; pesquisar novidades; ser ativo em grupos de discussão online relacionados à sua profissão; investir na educação contínua com coaching; pós-graduação; cursos complementares; treinamentos online; seminários; palestras; buscar novas tendências; e manter-se ativo com a sua rede de contatos &#8211; entre muitas outras ações essenciais para quem, de fato, deseja estar à frente.</li></ul>



<p>A competitividade dentro das empresas deve ser encarada com um ponto altamente positivo. A visão de que ela causa rivalidades e brigas no ambiente corporativo já está ultrapassada, pois nem sempre isso acontece de verdade. Hoje, em geral, os profissionais já conseguem desenvolver essas características com bom humor e respeito pelos demais. Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa da Page Personnel, organização de recrutamento especializada em profissionais de gestão, 90,3% dos profissionais consultados afirma que a competitividade faz bem ao desenvolvimento do profissional e da própria empresa. Então, que tal você também começar a investir na sua competitividade profissional?</p>
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		<title>Cinquentões com cara e jeito de trintões!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/cinquentoes-com-cara-e-jeito-de-trintoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 00:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinquentões não são mais os mesmos. Cada vez mais dispostos, arrojados, saudáveis, modernos, sempre prontos a recomeçar relacionamentos, trabalhos e estudos, eles estão cada vez mais parecidos com o perfil de pessoas na faixa dos 30 anos. Os tempos mudaram. Esqueça aquela cinquentona que usava cabelo curto porque a sociedade acha mais coerente para]]></description>
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<p>Os cinquentões não são mais os mesmos. Cada vez mais dispostos, arrojados, saudáveis, modernos, sempre prontos a recomeçar relacionamentos, trabalhos e estudos, eles estão cada vez mais parecidos com o perfil de pessoas na faixa dos 30 anos. Os tempos mudaram. Esqueça aquela cinquentona que usava cabelo curto porque a sociedade acha mais coerente para sua idade, que tinha um guarda-roupa somente com roupas tradicionais, com muito bege. Da mesma forma, esqueça aquele cinqüentão formal, com camisa de manga comprida por dentro da calça, sapatos de couro em qualquer situação. Cinquentões, hoje em dia, misturam-se facilmente a quarentões e trintões em bares, shoppings, restaurantes, shows, festas – e, com muita frequência, é difícil até de identificar, entre eles, quem é o cinquentão. Não se trata apenas de visual, jeito de se vestir ou local que frequentam. É uma questão de mentalidade e vitalidade, que mudou muito nas últimas décadas.</p>



<p>Os cinquentões de hoje, como eu mesma, pertencem a uma geração que foi criada com um sistema educacional bem mais rígido, com mais disciplina e regras. E, certamente, isso tudo nos ajudou muito em determinado momento no sentido de conquistarmos o que temos hoje e para a nossa visão de mundo, pois os nossos pais, sem saberem, nos direcionaram para uma autoliderança. Tudo por acaso porque naquele tempo ainda não existia nada parecido com o processo de coaching que desenvolvemos nos dias de hoje. Isso nos tornou uma geração de pessoas mais independentes, capaz de tomarem mais iniciativas no sentido de buscarem mais o que desejam no caminho pessoal e também profissional.</p>



<p>Por outro lado, durante sua adolescência, os cinquentões de hoje enxergavam uma pessoa de 50 anos com alguém “velho”. Pessoas acima de 40 anos já eram reconhecidas como idosas. Mas o tempo passou e muita coisa mudou e, com isso, vivemos tempos muito mais modernos, com novas tecnologias, novas formas de se viver e novos procedimentos. Um resultado dessa mudança é que a atual geração de cinquentões está muito mais jovem, ativa, ousada e agitada do que víamos há algumas décadas. Sem dúvida, houve uma evolução física, mental e espiritual porque, no passado, corpo, mente e espírito de um cinquentão eram mais envelhecidos.</p>



<p>Basta ver como os cinquentões se vestem hoje, como fazem atividade física regularmente nas academias e parques, estudam, iniciam faculdades e cursos, viajam com frequência, fazem planos para o futuro. Há dados oficiais que mostram que, cada vez mais, pessoas com 50 anos entram na universidade – em 2017, por exemplo, segundo o Censo da Educação Superior, eles somaram 73 mil estudantes.</p>



<p>Um dia desses assisti um vídeo bem bacana da atriz global Cláudia Raia, que tem 52 anos, e faz uma análise interessante desse “fenômeno”. Ela conta, por exemplo, que o seu ginecologista lhe afirmou que não consegue lhe avaliar seguindo apenas os procedimentos e critérios que aprendeu em seu curso de Medicina. “Hoje, uma mulher de 52 anos é a antiga mulher de 30 e isso não tem escrito ainda nos livros”, confessou ele para a atriz. No caso das mulheres de 50, particularmente, ela lembra que os estereótipos estão por toda parte, passando pelas roupas, pelo comprimento do cabelo e por uma porção de formatos ultrapassados inventados ninguém sabe por quem. Em alguns casos, segundo ela, as cinquentonas estão com sua autoestima em baixa e acabam cedendo a essas pressões e comportando-se “como uma mulher da sua idade”. O resultado é óbvio: tornam-se pessoas infelizes em suas relações e também no seu ambiente profissional. As pessoas precisam saber buscar a sua felicidade, independente do que pensam os outros.</p>



<p>Não faltam boas histórias sobre essa nova realidade. Uma reportagem recente da Revista Veja, por exemplo, mostrou como seis ex-executivos trocaram suas carreiras bem-sucedidas por outro estilo de vida. Substituíram o carro no dia a dia por caminhadas pela cidade. Deixaram seus escritórios formais e passaram a compartilhar coworkings descolados. Chamados de “cinquentões repaginados” pela reportagem, eles têm em comum a vontade de continuar, de recomeçar, de criar, de desafiar os padrões que utilizaram por décadas.</p>



<p>Entendo, portanto, que essa geração atual de cinquentões está aí com muita energia, disposição, garra e foco para desafiar-se diariamente em diversas atividades, inclusive profissionais. Muitos profissionais com idade próxima aos 50 anos, por exemplo, resolvem investir e partir para o empreendedorismo numa idade que, antigamente, as pessoas só pensavam em se aposentar.</p>



<p>A criação do McDonald’s, embora bem antiga, é um retrato do que acontece nos dias hoje. Muito bem explorada no filme “Fome de Poder” (“The Founder”), de 2017, a história mostra como o veterano Ray Kroc, com mais de 50 anos, se apoderou da ideia dos irmãos Richard e Maurice McDonald, que inventaram o conceito do fast food no fim dos anos 30. Interpretado brilhantemente por Michael Keaton, Kroc, apesar da idade, tinha “fome de poder”, muita iniciativa e boas ideias. Embora seja eticamente discutível a maneira como Kroc tornou-se, oficialmente, o fundador do McDonalds, a verdade é que a rede de hambúrgueres nunca seria o que é hoje sem ele.</p>



<p>Vivemos tempos em que cinquentões como esse estão por todo lado. Procurando emprego, trocando de emprego, dirigindo grandes negócios, lançando-se corajosamente ao empreendedorismo, tendo ideias inovadoras.</p>



<p>Falo por experiência própria e vejo que os adolescentes olham para alguém com 50 anos hoje em dia e tem uma visão completamente diferente daquela que nós tínhamos no nosso tempo. Eles vêem uma pessoa que, mesmo aos 50, se veste como eles, é jovem de espírito, jovem nas atividades que pratica no cotidiano. Os cinquentões estão contribuindo para uma verdadeira mudança em nossa sociedade e, definitivamente, não são mais vistos como idosos.</p>



<p>O fato é: quem um dia, dessa geração atualmente de cinquentões, poderia imaginar que chegaria à essa idade com tanta vitalidade, tanta disposição,&nbsp;tantos recomeços e tantos fins? Há 20 ou 30 anos nós tínhamos medo de envelhecer e chegar aos 50, enquanto hoje nós queremos é viver. A vida realmente começa aos 40 e estar com 50 é um complemento dessa nova fase da vida, que se refaz, que muda, que se transforma, que movimenta e que faz a gente buscar o nosso verdadeiro eu. Faz a gente buscar ser mais feliz. Hoje, os cinquentões tem corpo e mente para isso, o que nos deixa sempre pronto para recomeçar e acreditar no novo.</p>



<p>Parafraseando os cinquentões da banda Legião Urbana, que marcou tanto a nossa juventude, “que os cinquentões de hoje tenham o seu próprio tempo, e não mais o tempo de antigamente, e que somos e continuamos a ser tão jovens&#8230;”</p>
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		<title>Você se considera um profissional engajado? Mesmo?</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/voce-se-considera-um-profissional-engajado-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 00:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, muito tem se falado sobre engajamento e o quanto esse fator impacta tanto para as organizações quanto para sua carreira. Você sabia que a diferença de&#160;performance&#160;entre um profissional com alto engajamento e um desengajado é de aproximadamente 202%? Portanto, não dá para negar os benefícios de manter pessoas engajadas para as empresas. Contudo, vale]]></description>
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<p>Hoje, muito tem se falado sobre engajamento e o quanto esse fator impacta tanto para as organizações quanto para sua carreira.</p>



<p><strong>Você sabia que a diferença de</strong><em><strong>&nbsp;performance</strong></em><strong>&nbsp;entre um profissional com alto engajamento e um desengajado é de aproximadamente 202%?</strong></p>



<p>Portanto, não dá para negar os benefícios de manter pessoas engajadas para as empresas. Contudo, vale ressaltar que o engajamento também favorece o profissional. Diversas pesquisas indicam que, se você estiver engajado com sua empresa, seu nível de satisfação com o trabalho irá aumentar.</p>



<p><strong>E quanto mais engajado você estiver, mais eficiente e direcionado para o sucesso você será!</strong></p>



<p>Segundo o Instituto Gallup, uma pesquisa feita com 225 mil pessoas em 142 países, o número de engajados resume-se a meros 13% da força de trabalho mundial. &nbsp;Isso significa que apenas um em cada oito trabalhadores está engajado, ou seja, está profundamente envolvido com seu trabalho e empenha esforços voluntários para contribuir positivamente com sua organização.</p>



<p><strong>Quanto maior a escassez, maior a demanda.&nbsp;Profissionais engajados são, hoje, o sonho de toda a empresa. E há boas razões para isso:</strong></p>



<p><em>Pesquisas feitas pelo Gallup com mais de 1,3 milhão de trabalhadores em 192 organizações descobriu que aquelas nas quais o engajamento é maior são&nbsp;<strong>22% mais lucrativas</strong>,&nbsp;<strong>21% mais produtivas&nbsp;</strong>e possuem um índice de&nbsp;</em><em><strong>absenteísmo 37% menor</strong></em><em>&nbsp;do que as que apresentam menor porcentagem de funcionários engajados</em>. Além disso, as campeãs de engajamento ostentam uma taxa de&nbsp;<em><strong>turn over 25% inferior&nbsp;</strong></em>(nas empresas de alta rotatividade) e&nbsp;<strong>65% menor&nbsp;</strong>(nas de baixa rotatividade).</p>



<p><strong>Mas afinal, o que é engajamento?</strong></p>



<p>Engajamento diz respeito ao quanto você está disposto a investir, voluntariamente, em seu trabalho e sua organização. Não é satisfação, bem-estar ou comprometimento.</p>



<p><em><strong>É uma conexão física, emocional, cognitiva e social que se desenvolve quando estabelecemos uma relação imbuída de propósito</strong><strong>com diferentes aspectos de nossa vida, gerando, assim, um esforço voluntário direcionado a um objetivo.</strong></em></p>



<p><em><strong>O engajamento total engloba o engajamento com a vida. Uma pessoa engajada com o trabalho, mas desengajada com a vida, poderá experimentar problemas como a tendência ao workaholismo, desequilíbrio entre o pessoal e o profissional, baixos níveis de bem-estar e de satisfação no que diz respeito aos aspectos pessoais de sua existência e outras questões que, com o tempo, acabarão por se refletir negativamente em seu desempenho profissional.</strong></em></p>



<p><strong>O que provoca o engajamento?</strong></p>



<p><em>Muitos ainda pensam que ele depende de uma&nbsp;</em>recompensa financeira. Segundo um estudo conduzido por Dale Carnegie,&nbsp;<strong>89% dos empregadores acredita que os funcionários deixam suas empresas para ganharem mais dinheiro,</strong>&nbsp;enquanto que isso ocorre verdadeiramente apenas&nbsp;<strong>em 12%&nbsp;</strong>dos casos. Além disso,&nbsp;<strong>75% dos demissionários voluntários (pessoas que pedem demissão), não deixam seus empregos, eles deixam seus chefes!</strong></p>



<p>Entre os funcionários altamente engajados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>43% recebem feedback ao menos uma vez por semana;</li><li>79% tem confiança em seus líderes;</li><li>54% tem orgulho da contribuição de suas empresas para sociedade;</li><li>20% tem a autonomia como principal fator de engajamento.</li></ul>



<p><strong>É possível tornar-se mais engajado?</strong></p>



<p>O engajamento envolve 4 dimensões:</p>



<p><strong>1 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A física</strong>: é ovigor e a energia que você dispensa àquilo que está fazendo.</p>



<p><strong>&nbsp;2 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A emocional</strong><strong>:&nbsp;</strong>é a dedicação, quanto do seu coração você coloca no trabalho ou tarefa a ser realizada e o sentimento de orgulho que isso gera.</p>



<p><strong>3 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A social</strong><strong>:&nbsp;</strong>trata da qualidade das relações que você mantém, e que se reflete na colaboração necessária para fazer as coisas que você não pode fazer sozinho &#8211; ou que gerariam resultados melhores se você as fizesse com o apoio de outras pessoas.</p>



<p><strong>4 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A cognitiva</strong><strong>,&nbsp;</strong>é o foco e a concentração direcionados à atividade que você está executando.</p>



<p>Agora que você conheceu as dimensões do engajamento, que tal refletir sobre como isso se aplica a você? Pense e responda:</p>



<p>ü&nbsp;<strong>Como você avalia seu engajamento físico, emocional, social e cognitivo com o trabalho?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>E com sua vida pessoal? Você diria que os níveis são altos ou baixos?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>Por que você acha que esses níveis estão do modo que estão?</strong></p>



<p>O Coaching e seus pilares: filosofia, psicologia positiva e neurociência ajudam a promover o engajamento. Mas este é assunto para meu próximo post.&nbsp;<strong>Afinal, se engajamento é uma escolha, qual a sua?&nbsp;</strong></p>
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