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	<title>Mind Set &#8211; MC Consultoria</title>
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	<description>Resultados por Meio de Pessoas</description>
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	<title>Mind Set &#8211; MC Consultoria</title>
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		<title>A ciência da felicidade e o poder da gratidão</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/a-ciencia-da-felicidade-e-o-poder-da-gratidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 11:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[A psicologia positiva é um conceito relativamente novo que trata das emoções positivas das pessoas – e não dos seus problemas, traumas ou dificuldades. A partir daí começamos a falar de terapias como o Mindfulness, de emoções como a gratidão e das forças e virtudes de cada indivíduo, sempre enfatizando o lado positivo do ser]]></description>
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<p>A psicologia positiva é um conceito relativamente novo que trata das emoções positivas das pessoas – e não dos seus problemas, traumas ou dificuldades. A partir daí começamos a falar de terapias como o Mindfulness, de emoções como a gratidão e das forças e virtudes de cada indivíduo, sempre enfatizando o lado positivo do ser humano. A psicologia positiva surgiu nos final dos anos 90, propondo uma mudança radical no foco do tratamento do ser humano. Ao invés de estudar distúrbios e patologias, que tal explorar aquilo que realmente faz a pessoa feliz, aquilo que faz o indivíduo funcionar melhor? A partir dessa mudança de paradigma, muitos pesquisadores, alinhados às premissas da psicologia positiva, mudaram seu jeito de pensar e começaram a levantar questões instigantes. O que faz pessoas felizes tornarem-se infelizes? O que fazer, de fato, para viver melhor e com mais qualidade de vida? Por que algumas pessoas são mais resilientes do que outras? Essa área do conhecimento, que agrega a pesquisa científica, passou a ser conhecida hoje em dia como a Ciência do Bem-Estar.</p>



<p>&nbsp;Embora essas reflexões já fossem comuns entre os filósofos da Grécia Antiga, como Aristóteles, agora esses pensamentos renascem dentro da Ciência do Bem-Estar com o respaldo fundamental da pesquisa científica. É assim que, nos últimos anos, foram feitas descobertas muito importantes para a nossa vida, como o fato da gratidão fortalecer nosso sistema imunológico e até mesmo contribuir para a nossa longevidade. Outras emoções, como a alegria e o amor, também trazem importantes benefícios para a saúde física e mental do ser humano, como combater estresse, favorecer a saúde do coração ou estimular o aprendizado social. Tudo isso está provado por meio de pesquisas científicas.&nbsp;Será, então, que vale a pena colocar mais gratidão, alegria e amor na sua vida? Pense nisso.</p>



<p>&nbsp;O psicólogo norte-americano Martin Seligman, também professor da Universidade da Pensilvânia e ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, é considerado pelos especialistas o “pai da psicologia positiva” – ou seja: a psicologia cujo foco são os fatores que contribuem para o bem-estar do ser humano. Seu trabalho começou a ser reconhecido e mundialmente difundido na década de 90. Com seu novo e inovador método de trabalho, Seligman tornou a busca pela felicidade do indivíduo seu principal objetivo. Segundo ele, quem mantem o foco em pensamentos e situações positivas tem mais chances de ser realmente feliz, apesar das dificuldades que cada um de nós enfrenta no nosso dia a dia. É uma teoria que algumas religiões defendem há muito tempo, assim como a chamada “Lei da Atração”, tão explorada nos dias de hoje por muitos terapeutas.</p>



<p>&nbsp;Mas, afinal, o que é ser feliz? De acordo com Clóvis de Barros Filhos, professor Doutor da USP, filósofo, palestrante de prestígio e autor de dezenas de obras, entre elas “A vida que vale a pena ser vivida”, a definição é simples: “Felicidade é um instante de vida que você gostaria que durasse mais”. E acrescenta: “A vida vale a pena quando você torce para ela não acabar”. Além disso, esse estado de felicidade traz muitos benefícios para cada um de nós. Atualmente, quando todo mundo só fala da pandemia do coronavirus, é importante lembrar da forte ligação entre felicidade e saúde. Pessoas felizes são mais saudáveis. Há várias pesquisas que comprovam que as pessoas felizes sofrem menos de hipertensão, doenças cardíacas, diabetes e resfriados, entre outros males. As pessoas felizes também lidam melhor com a dor e a doença. E, por isso, suas doenças costumam ser menos graves, como atestam as pesquisas. Por isso mesmo, as pessoas felizes vivem mais. Mas há outros pontos importantes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Trabalhadores felizes são mais produtivos;</li><li>Pessoas felizes são mais persistentes para resolver problemas;</li><li>Pessoas felizes são muito mais positivas.</li></ul>



<p>&nbsp;Na busca por essa felicidade, Seligman destaca a importância da gratidão. A gratidão, como expliquei no início desse texto, tem forte influência no fortalecimento do nosso sistema imunológico – como provam pesquisas científicas. Porém, é muito mais do que isso. Quanto mais grato você for pela sua vida atual, mais feliz você será e mais perto ficará de seus sonhos e novas conquistas de qualquer tipo. O próprio Seligman, em uma de suas palestras, sugere à sua plateia um exercício muito interessante. Eles devem fechar os olhos e lembrar de alguém que fez algo muito importante para sua vida, ajudando decisivamente cada um a chegar num caminho positivo para sua vida. Depois, em casa, estas pessoas deveriam escrever um depoimento com 300 palavras agradecendo este alguém do fundo do seu coração com palavras e emoções profundas, sinceras e que provavelmente ainda não teriam sido ditas e demonstradas, respectivamente.&nbsp;De acordo com ele, em geral as pessoas choram ao ouvir esse depoimento e, semanas ou meses depois, quando sua equipe testa as duas pessoas (a que faz o agradecimento e a que recebe) que passaram por este tipo de experiência, o resultado é incrível: ambos estão mais felizes e menos deprimidas.</p>



<p>&nbsp;Portanto, não apenas segundo a psicologia positiva, mas também de acordo com diferentes terapias e crenças, a gratidão é um atalho que nunca deve ser esquecido na busca pela felicidade. O que é gratidão? É ser capaz de agradecer diariamente às pessoas e à vida que você tem, mesmo que você não a considere ideal. Ser grato é uma capacidade que, uma vez adquirida, transforma seu olhar sobre o mundo, sobre a vida, sobre as pessoas e sobre cada acontecimento que você presencia ou participa. O monge beneditino David Steindl-Rast vem divulgando, há anos, uma mensagem de gratidão muito importante, garantindo que ela é o caminho mais fácil e imediato para a felicidade. David é mundialmente notável por&nbsp;sua participação ativa no&nbsp;diálogo inter-religioso&nbsp;e&nbsp;seu trabalho sobre&nbsp;a interação&nbsp;entre espiritualidade e&nbsp;ciência. Ele explica que agradecer é parar sua vida por alguns instantes, todos os dias, para olhar ao redor e reconhecer as oportunidades que temos, e lembrar que, mesmo se algo dá errado, a vida logo nos envia uma nova oportunidade. Na pior das hipóteses, podemos ser gratos só por essa oportunidade de seguir adiante.</p>



<p>A partir do momento que começamos a ser gratos pelo que temos e aceitar melhor o que não temos passamos a ser mais felizes e de bem com a vida. Ser grato pelas coisas boas que acontecem na sua vida não significa que a vida é perfeita. Você pode ter diversos problemas e dificuldades. A questão é perceber, de verdade, o que cada um deles têm de bom e ser grato por isso.</p>
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		<title>Ansiedade: cuide dos seus pensamentos!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/ansiedade-cuide-dos-seus-pensamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 22:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Você se considera uma pessoa ansiosa? Ansiedade é coisa séria. É um transtorno psiquiátrico que pode tomar conta do seu dia a dia ou aparecer com mais intensidade nos momentos em que enfrentamos novos e difíceis desafios, sejam eles em nossa vida profissional, amorosa ou social. Muitas pessoas confundem a ansiedade com preocupações normais do]]></description>
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<p>Você se considera uma pessoa ansiosa? Ansiedade é coisa séria. É um transtorno psiquiátrico que pode tomar conta do seu dia a dia ou aparecer com mais intensidade nos momentos em que enfrentamos novos e difíceis desafios, sejam eles em nossa vida profissional, amorosa ou social. Muitas pessoas confundem a ansiedade com preocupações normais do dia a dia, e vice versa, sem se dar conta da gravidade da situação. Tentando deixar mais claro este assunto, a Associação Americana de Depressão e Ansiedade listou exemplos de como uma pessoa com esse transtorno se comporta frente a situações comuns do cotidiano em comparação com uma pessoa que não sofre de ansiedade. Os resultados são muito interessantes.</p>



<p>De acordo com o estudo norte-americano, mesmo uma pessoa que não sofra de ansiedade&nbsp;fica preocupada, por exemplo, com o pagamento das contas do mês, com o risco de ser demitida, com o término de um relacionamento amoroso. Isso é normal, mas só até certo ponto. Já o ansioso não fica apenas preocupado em algum momento. Ele pensa constantemente que problemas como esses (falta de dinheiro, demissão, fim do relacionamento, entre outros) vão ocorrer a qualquer momento. Mesmo antes de qualquer coisa assim ocorrer de fato. Esse foco nas dificuldades, muitas vezes, pode até contribuir, decisivamente, para atrair essas situações para a sua vida. Pensar e sentir a vida de maneira otimista é fundamental para obter sucesso e conquistar objetivos em qualquer área. O ansioso tem dificuldade de enxergar a vida com essa visão positiva porque está sempre esperando ou cobrando ou reclamando de algo.</p>



<p>A mesma pesquisa da Associação Americana de Depressão e Ansiedade também apontou que a pessoa que sofre de ansiedade vive com um medo exagerado de possíveis situações ruins que podem um dia acontecer e, muitas vezes, têm pesadelos horríveis recorrentes e são incapazes de tirar essa sensação desagradável da cabeça.&nbsp;Ao mesmo tempo em que é normal se sentir estranho ou tímido em determinadas ocasiões sociais, é sinal de ansiedade fugir dessas situações temendo sempre o pior, como ser julgado constrangido ou humilhado em público. Na véspera de apresentações profissionais ou entrevistas importantes ou mesmo um encontro amoroso, pessoas ansiosas tendem até a ter dificuldade para respirar e podem ficar com o coração acelerado, o estômago remexe e a pele se enche de suor. As pessoas ansiosas criam diálogos imaginários nos quais dá tudo errado e, com isso, começam a sofrer por antecipação. Nada disso, obviamente, é saudável.</p>



<p>Em vez de mover a pessoas para frente, o nervosismo exagerado causado pela ansiedade deixa o indivíduo travado, impede que ele faça suas tarefas e atrapalha os seus compromissos. Isso lesa a autonomia e prejudica a realização de atividades simples e corriqueiras do cotidiano. Para se ter ideia, em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS)&nbsp;publicou um documento com estatísticas dos distúrbios psiquiátricos pelo mundo. Na época, os transtornos de ansiedade atingiam um total de 264 milhões de indivíduos no planeta – desses, 18 milhões eram brasileiros!</p>



<p>Como tratar da ansiedade? Em primeiro lugar, saiba que as opções de tratamentos disponíveis contra a ansiedade são seguras e ajudam, de fato, a melhorar e controlar a situação. Existem dois grandes pilares nessa área: a psicoterapia e os medicamentos, que podem ser aplicados separadamente ou em conjunto, dependendo de cada caso, sempre com o apoio e a orientação de um profissional especializado. Além disso, existem várias dicas que podem contribuir muito para reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desse transtorno. Confira algumas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Pratique atividades físicas</strong>. A forma mais comum de controlar a ansiedade é a prática de exercícios.</li><li><strong>Reduza seu estresse diário</strong>. Pessoas com tendência à ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário e existem diversas formas de fazer isso, como sessões de acupuntura, meditação e ioga.</li><li><strong>Experimente controlar a respiração</strong>. Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar, deixar o abdômen expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.</li><li><strong>Evite pensamentos negativos</strong>. Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos.</li><li><strong>Invista em alimentos com triptofano</strong>. Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate.</li><li><strong>Tome um chá</strong>. A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária.</li><li><strong>Mantenha o foco de atenção no presente</strong>. Quando sua mente está dedicada integralmente ao momento atual, você tem total capacidade de análise, julgamento e ação; portanto, esta é uma boa forma de controlar a ansiedade.</li><li><strong>Seja mais organizado</strong>. Quem vive na bagunça, gasta tempo para achar o que precisa, acumula coisas sem utilidade, dificultando o bem-estar e acaba por criar sentimentos de ansiedade.</li><li><strong>Esteja com quem você ama</strong>. Conviver com pessoas queridas da família e amigos faz toda diferença na qualidade de vida.</li><li><strong>Cuide dos pensamentos para sorrir mais</strong>. Atenção ao que você pensa, pois isso terá impacto direto no seu humor. Avalie suas ideias. Ponha um ponto final em &#8220;filmes mentais&#8221; de assuntos negativos sem resolução.</li><li><strong>Confie mais em si mesmo</strong>. Não há ninguém que estará ao seu lado mais tempo que você mesmo, por isso, invista nessa bela &#8220;parceria&#8221; com você mesmo. Seja fiel a você. Confie mais e isso lhe dará forças para lidar com a ansiedade do dia a dia.</li><li><strong>Cuide bem do seu momento antes de dormir</strong>. Evite ações que levam à agitação, preocupação e desgaste.</li></ul>
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		<title>Relacionamentos líquidos</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/relacionamentos-liquidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 00:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Os relacionamentos amorosos estão cada vez mais descartáveis atualmente. Casais se tornam casais por um tempo cada vez menor, cada vez com menos tolerância, mais exigências e mais cobranças. As frustrações amorosas para quem está solteiro e está tentando deixar de ser crescem de maneira exponencial. O paradoxo é que, ao mesmo tempo, talvez nunca]]></description>
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<p>Os relacionamentos amorosos estão cada vez mais descartáveis atualmente. Casais se tornam casais por um tempo cada vez menor, cada vez com menos tolerância, mais exigências e mais cobranças. As frustrações amorosas para quem está solteiro e está tentando deixar de ser crescem de maneira exponencial. O paradoxo é que, ao mesmo tempo, talvez nunca tenha sido tão fácil conhecer pessoas. Além dos locais e situações convencionais, que sempre existiram &#8211; como um bar, a fila de um supermercado, uma caminhada no parque, a academia e os colegas de trabalho ou estudo, por exemplo -, o fato é que hoje existe uma infinidade de possibilidades para quem está sozinho. Inúmeros aplicativos de paquera com diferentes perfis e voltados para públicos específicos, sites de relacionamento nos quais é possível definir exatamente que tipo de parceiro ou parceira se busca, as redes sociais cada vez mais presentes na nossa vida – tudo isso aliado à facilidade enorme de comunicação que trouxeram aplicativos como o WhatsApp, onde é possível conversar por meio de mensagens escritas ou áudios e ainda trocar fotos em questão de segundos.</p>



<p>&nbsp;Não há dúvida: nossa dificuldade não é conhecer pessoas. Pelo menos, não é apenas conhecer a pessoa certa, como reclama muita gente, após algumas doses de desilusão fuçando invenções como o Tinder ou o Happn, só para citar os mais populares aplicativos de paquera do mercado, nos quais temos uma grande chance de encontrar a maior parte dos nossos amigos, parentes, colegas de trabalho e vizinhos solteiros – e muitos casados também! Pensando por outro ângulo aparentemente bem razoável, nosso problema talvez não seja encontrar a pessoa certa, mas sim ser a pessoa certa quando encontramos alguém. A facilidade de conhecer pessoas, ou pelo menos de iniciar conversas com pessoas desconhecidas aparentemente atraentes e interessantes por meio dos recursos que a Internet nos oferece, é um dos grandes vilões que ajudam a implodir essas relações líquidas que conhecemos nos dias de hoje. Explico: sendo tão fácil conhecer pessoas, por que administrar conflitos? Por que deixar pra lá alguma diferença ou uma frase infeliz do outro? Basta deletar aquela pessoa e iniciar uma nova conversa com o próximo da lista. Não é o que a maioria faz?</p>



<p>&nbsp;O tema não é novidade, mas parece atingir níveis mais assustadores a cada dia. Em 2012, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, então com 87 anos e um dos intelectuais mais respeitados da época, lançava no Brasil seu livro “Amor Líquido”, de grande sucesso. Em sua obra, o autor procurava discutir porque as relações humanas estavam tão flexíveis e por que os seres humanos estavam dando mais importância a relacionamentos em “rede” (pela Internet, das mais diferentes formas, como e-mail, mensagens de texto e salas de bate-papo). Uma das conclusões é que, por ser essencialmente virtual, esse contato é mais fácil de ser encerrado, a qualquer momento. Para Bauman, nada era para durar. Bem-vindo ao futuro! Uma consequência imediata desse cenário pode ser o momento que vivemos hoje (com muito mais opções virtuais para se relacionar com as pessoas), sete anos depois, no qual as pessoas realmente parecem não saber mais como manter um relacionamento em longo prazo. Desaprenderam? Estão exigentes demais diante de tantas opções? Esse cenário sombrio não parece escolher idade, embora aconteça com mais dor nas pessoas acima dos 40 anos, normalmente divorciados (ou que pelo menos já moraram juntos com alguém durante algum tempo), pais e mães. São pessoas que, em geral, buscam de verdade um companheiro de vida. Encontram diversão, quando encontram. Nos mais jovens, dos 20 aos 30 e poucos anos, a dificuldade de namorar nos dias de hoje também existe. Mas nesta faixa etária, sempre falando de um modo geral, isso acontece com menos dor. Esse público não se incomoda tanto de se divertir com diferentes pessoas “erradas” ao longo de um mês enquanto a tal pessoa “certa” não cai do céu ou brota na tela do seu celular. Essas pessoas têm tempo para isso.</p>



<p>Relacionamentos viraram uma espécie de mercadoria. Não gostou? Veio com defeito? Troque. E troque tão rápido como você quiser, pois bastam alguns comandos no seu celular para tirar uma pessoa completamente da sua vida. E com mais alguns comandos, um pouquinho de paciência e uma dose de sorte, logo surge outro pretendente interessante. Interessante até que as conversas avancem um pouco. E segue o jogo. Um jogo altamente lucrativo para os proprietários dos principais aplicativos de paquera. Então, se você está solteiro e já desistiu dos aplicativos, pense de novo. Só no Tinder são mais de 9 milhões de pessoas em busca de um par e uma boa parte delas paga por isso. Assina o serviço para ter recursos extras que, na teoria, facilitam a paquera. É graças a esses serviços extras vendidos que o Tinder fatura perto de R$ 500 milhões por trimestre. Sim, a paquera é um ótimo negócio. As dificuldades que nós, os usuários, temos parece alimentar essa máquina de fazer dinheiro.</p>



<p>Uma contribuição para entender a dinâmica dos relacionamentos dentro do processo de coaching, seria a “casa dos relacionamentos saudáveis”, desenvolvida pelo Dr. John Gottman, que fundou o “laboratório do amor (Love Lab).&nbsp;Gottman é pioneiro no uso do método científico para o estudo dos relacionamentos, se tornando um dos maiores especialistas mundiais no assunto. A casa dos relacionamentos saudáveis é composta por três níveis: sistema de amizade, de conflito e de significado. Segundo essa lógica, não há como não existir “conflitos” em um relacionamento. A diferença é a forma como cada casal irá lidar com esses conflitos. Os conflitos ocorrem por causa, sobretudo, das divergências de opiniões, divergências de personalidades e das diferenças de perfil de cada personalidade. Já no sistema da amizade, a ligação afetiva, a confiança, o companheirismo e a cumplicidade reforçam os laços do casal. Os melhores casais são grandes amigos e companheiros. E como administrar os conflitos? Sabendo quem eu sou, sabendo quem a pessoa é de verdade, sabendo do que ela gosta, sabendo do que eu gosto, sabendo que atividades ambos podem fazer juntos. A questão da “amizade” é essencial no sentido do casal saber conversar sozinho, saber se socializar, se admirar, saber buscar coisas que os dois tenham prazer em realizar. No sistema de significado, é quando existe uma vida em comum &#8211; isso acontece quando existem propósitos e significados partilhados, fortes o suficiente para que os dois se sintam motivados a imaginar um futuro juntos.</p>



<p>Acho que essa lógica explica boa parte do que acontece hoje entre as pessoas que acabaram de se conhecer. Elas iniciam pela amizade e quando chegam os conflitos não conseguem ir adiante justamente porque ainda não deu tempo do casal criar ou encontrar um propósito para eles estarem juntos. As relações mais duradouras, especialmente as mais antigas, seguem firmes e fortes porque as pessoas têm um propósito para estarem juntas e sabem alimentar isso no seu dia a dia com sabedoria e tolerância. Descobrir esse propósito, o mais rápido possível, é o grande desafio dos novos casais. Pode ser um jeito importante para conseguir administrar melhor os conflitos e não desistir logo de cara de algo que parecia promissor.</p>



<p>Particularmente, eu vejo as novas relações amorosas como startups, enquanto as relações mais antigas dos nossos pais e tios se parecem mais com as empresas tradicionais, nas quais as pessoas passavam mais tempo. Eram anos trabalhando, sem tanta pressa, esperando uma promoção que dava continuidade por mais um longo tempo à essa “relação”. Nos tempos atuais, nos quais as startups estão na moda, tudo mudou. As novas relações amorosas parecem seguir o modelo das startups, em que você precisa sempre acelerar os processos, precisa fazer diversas coisas diferentes de várias formas desde o início – e aqui eu destaco os aplicativos e as redes sociais. Hoje, o amor não é mais a consolidação do tempo. É a consolidação do momento. A deliciosa música “Amor e Sexo” (lançada em 2003), da genial Rita Lee, conta com muita poesia as diferenças entre o amor e o sexo à moda antiga, do tempo dessas empresas tradicionais que citei há pouco. Hoje em dia, o amor na era da startup não é mais o mesmo. Muitas relações “amorosas” de hoje, além de curtas, têm muito mais o perfil que Rita Lee descrevia como “sexo” na sua canção. O amor continua sendo “sorte”, como diz a canção. Cada vez mais, porém, o amor não é mais amizade. Não temos tempo para isso. É paixão mesmo.&nbsp;Não é mais divino, nem é para sempre. É animal, carnaval, como pregava Rita para o sexo em sua música 16 anos atrás.</p>



<p>Embora tudo isso seja a nossa realidade de hoje, toda essa rapidez, essa busca interminável, essas frustrações e, principalmente, esta tecnologia toda ao redor do amor, “ainda somos os mesmos, e vivemos, como os nossos pais”, como cantava Elis Regina em “Como nossos pais”, 43 anos atrás. Isso significa que, por fora, parecemos e vivemos sim diferentes, mas por dentro ainda precisamos deixar esse mundo virtual de lado e buscar no olho no olho o conforto, a intimidade, a verdadeira descoberta sobre a outra pessoa. É no olho no olho, mesmo em tempos de amores líquidos, que podemos verdadeiramente aprofundar as relações, a amizade, o carinho. Nada substitui a conexão de dois corações em sintonia. Existem emoções e sentimentos que jamais poderão ser sentidos ou transmitidos por meio de uma tela. É este desafio que precisamos superar para que as relações voltem a ser, de fato, encontros de almas. E não encontros descartáveis, nos quais duas pessoas passam algum tempo juntas mais preocupadas em não expor seus defeitos e não encarar com maturidade e tolerância as imperfeições dos outros.</p>



<p>Haverá um momento inevitável em que os problemas não serão resolvidos simplesmente apertado a tecla “delete”. Quando fazemos isso apenas trocamos de problemas, ou às vezes nem isso. Trocamos só de par, com os mesmos novos velhos defeitos de sempre. Como disse no início e repito aqui, nosso problema talvez não seja encontrar a pessoa certa, mas sim ser a pessoa certa quando encontramos alguém. Desejar ter alguém, especialmente nos dias de hoje, é diferente de desejar construir um relacionamento sério. É importante termos consciência disso quando enfrentamos uma situação assim. Não há nenhum problema em ter uma relação descartável se ambos assim desejarem. Começamos a sofrer quando não admitimos ou enxergamos isso em nosso perfil. Será que estamos realmente prontos para o tal relacionamento sério? Será que nos amamos o suficiente para amarmos alguém e sermos amados na mesma intensidade?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Cinquentões com cara e jeito de trintões!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/cinquentoes-com-cara-e-jeito-de-trintoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 00:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinquentões não são mais os mesmos. Cada vez mais dispostos, arrojados, saudáveis, modernos, sempre prontos a recomeçar relacionamentos, trabalhos e estudos, eles estão cada vez mais parecidos com o perfil de pessoas na faixa dos 30 anos. Os tempos mudaram. Esqueça aquela cinquentona que usava cabelo curto porque a sociedade acha mais coerente para]]></description>
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<p>Os cinquentões não são mais os mesmos. Cada vez mais dispostos, arrojados, saudáveis, modernos, sempre prontos a recomeçar relacionamentos, trabalhos e estudos, eles estão cada vez mais parecidos com o perfil de pessoas na faixa dos 30 anos. Os tempos mudaram. Esqueça aquela cinquentona que usava cabelo curto porque a sociedade acha mais coerente para sua idade, que tinha um guarda-roupa somente com roupas tradicionais, com muito bege. Da mesma forma, esqueça aquele cinqüentão formal, com camisa de manga comprida por dentro da calça, sapatos de couro em qualquer situação. Cinquentões, hoje em dia, misturam-se facilmente a quarentões e trintões em bares, shoppings, restaurantes, shows, festas – e, com muita frequência, é difícil até de identificar, entre eles, quem é o cinquentão. Não se trata apenas de visual, jeito de se vestir ou local que frequentam. É uma questão de mentalidade e vitalidade, que mudou muito nas últimas décadas.</p>



<p>Os cinquentões de hoje, como eu mesma, pertencem a uma geração que foi criada com um sistema educacional bem mais rígido, com mais disciplina e regras. E, certamente, isso tudo nos ajudou muito em determinado momento no sentido de conquistarmos o que temos hoje e para a nossa visão de mundo, pois os nossos pais, sem saberem, nos direcionaram para uma autoliderança. Tudo por acaso porque naquele tempo ainda não existia nada parecido com o processo de coaching que desenvolvemos nos dias de hoje. Isso nos tornou uma geração de pessoas mais independentes, capaz de tomarem mais iniciativas no sentido de buscarem mais o que desejam no caminho pessoal e também profissional.</p>



<p>Por outro lado, durante sua adolescência, os cinquentões de hoje enxergavam uma pessoa de 50 anos com alguém “velho”. Pessoas acima de 40 anos já eram reconhecidas como idosas. Mas o tempo passou e muita coisa mudou e, com isso, vivemos tempos muito mais modernos, com novas tecnologias, novas formas de se viver e novos procedimentos. Um resultado dessa mudança é que a atual geração de cinquentões está muito mais jovem, ativa, ousada e agitada do que víamos há algumas décadas. Sem dúvida, houve uma evolução física, mental e espiritual porque, no passado, corpo, mente e espírito de um cinquentão eram mais envelhecidos.</p>



<p>Basta ver como os cinquentões se vestem hoje, como fazem atividade física regularmente nas academias e parques, estudam, iniciam faculdades e cursos, viajam com frequência, fazem planos para o futuro. Há dados oficiais que mostram que, cada vez mais, pessoas com 50 anos entram na universidade – em 2017, por exemplo, segundo o Censo da Educação Superior, eles somaram 73 mil estudantes.</p>



<p>Um dia desses assisti um vídeo bem bacana da atriz global Cláudia Raia, que tem 52 anos, e faz uma análise interessante desse “fenômeno”. Ela conta, por exemplo, que o seu ginecologista lhe afirmou que não consegue lhe avaliar seguindo apenas os procedimentos e critérios que aprendeu em seu curso de Medicina. “Hoje, uma mulher de 52 anos é a antiga mulher de 30 e isso não tem escrito ainda nos livros”, confessou ele para a atriz. No caso das mulheres de 50, particularmente, ela lembra que os estereótipos estão por toda parte, passando pelas roupas, pelo comprimento do cabelo e por uma porção de formatos ultrapassados inventados ninguém sabe por quem. Em alguns casos, segundo ela, as cinquentonas estão com sua autoestima em baixa e acabam cedendo a essas pressões e comportando-se “como uma mulher da sua idade”. O resultado é óbvio: tornam-se pessoas infelizes em suas relações e também no seu ambiente profissional. As pessoas precisam saber buscar a sua felicidade, independente do que pensam os outros.</p>



<p>Não faltam boas histórias sobre essa nova realidade. Uma reportagem recente da Revista Veja, por exemplo, mostrou como seis ex-executivos trocaram suas carreiras bem-sucedidas por outro estilo de vida. Substituíram o carro no dia a dia por caminhadas pela cidade. Deixaram seus escritórios formais e passaram a compartilhar coworkings descolados. Chamados de “cinquentões repaginados” pela reportagem, eles têm em comum a vontade de continuar, de recomeçar, de criar, de desafiar os padrões que utilizaram por décadas.</p>



<p>Entendo, portanto, que essa geração atual de cinquentões está aí com muita energia, disposição, garra e foco para desafiar-se diariamente em diversas atividades, inclusive profissionais. Muitos profissionais com idade próxima aos 50 anos, por exemplo, resolvem investir e partir para o empreendedorismo numa idade que, antigamente, as pessoas só pensavam em se aposentar.</p>



<p>A criação do McDonald’s, embora bem antiga, é um retrato do que acontece nos dias hoje. Muito bem explorada no filme “Fome de Poder” (“The Founder”), de 2017, a história mostra como o veterano Ray Kroc, com mais de 50 anos, se apoderou da ideia dos irmãos Richard e Maurice McDonald, que inventaram o conceito do fast food no fim dos anos 30. Interpretado brilhantemente por Michael Keaton, Kroc, apesar da idade, tinha “fome de poder”, muita iniciativa e boas ideias. Embora seja eticamente discutível a maneira como Kroc tornou-se, oficialmente, o fundador do McDonalds, a verdade é que a rede de hambúrgueres nunca seria o que é hoje sem ele.</p>



<p>Vivemos tempos em que cinquentões como esse estão por todo lado. Procurando emprego, trocando de emprego, dirigindo grandes negócios, lançando-se corajosamente ao empreendedorismo, tendo ideias inovadoras.</p>



<p>Falo por experiência própria e vejo que os adolescentes olham para alguém com 50 anos hoje em dia e tem uma visão completamente diferente daquela que nós tínhamos no nosso tempo. Eles vêem uma pessoa que, mesmo aos 50, se veste como eles, é jovem de espírito, jovem nas atividades que pratica no cotidiano. Os cinquentões estão contribuindo para uma verdadeira mudança em nossa sociedade e, definitivamente, não são mais vistos como idosos.</p>



<p>O fato é: quem um dia, dessa geração atualmente de cinquentões, poderia imaginar que chegaria à essa idade com tanta vitalidade, tanta disposição,&nbsp;tantos recomeços e tantos fins? Há 20 ou 30 anos nós tínhamos medo de envelhecer e chegar aos 50, enquanto hoje nós queremos é viver. A vida realmente começa aos 40 e estar com 50 é um complemento dessa nova fase da vida, que se refaz, que muda, que se transforma, que movimenta e que faz a gente buscar o nosso verdadeiro eu. Faz a gente buscar ser mais feliz. Hoje, os cinquentões tem corpo e mente para isso, o que nos deixa sempre pronto para recomeçar e acreditar no novo.</p>



<p>Parafraseando os cinquentões da banda Legião Urbana, que marcou tanto a nossa juventude, “que os cinquentões de hoje tenham o seu próprio tempo, e não mais o tempo de antigamente, e que somos e continuamos a ser tão jovens&#8230;”</p>
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		<title>Você se considera um profissional engajado? Mesmo?</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/voce-se-considera-um-profissional-engajado-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 00:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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<p>Hoje, muito tem se falado sobre engajamento e o quanto esse fator impacta tanto para as organizações quanto para sua carreira.</p>



<p><strong>Você sabia que a diferença de</strong><em><strong>&nbsp;performance</strong></em><strong>&nbsp;entre um profissional com alto engajamento e um desengajado é de aproximadamente 202%?</strong></p>



<p>Portanto, não dá para negar os benefícios de manter pessoas engajadas para as empresas. Contudo, vale ressaltar que o engajamento também favorece o profissional. Diversas pesquisas indicam que, se você estiver engajado com sua empresa, seu nível de satisfação com o trabalho irá aumentar.</p>



<p><strong>E quanto mais engajado você estiver, mais eficiente e direcionado para o sucesso você será!</strong></p>



<p>Segundo o Instituto Gallup, uma pesquisa feita com 225 mil pessoas em 142 países, o número de engajados resume-se a meros 13% da força de trabalho mundial. &nbsp;Isso significa que apenas um em cada oito trabalhadores está engajado, ou seja, está profundamente envolvido com seu trabalho e empenha esforços voluntários para contribuir positivamente com sua organização.</p>



<p><strong>Quanto maior a escassez, maior a demanda.&nbsp;Profissionais engajados são, hoje, o sonho de toda a empresa. E há boas razões para isso:</strong></p>



<p><em>Pesquisas feitas pelo Gallup com mais de 1,3 milhão de trabalhadores em 192 organizações descobriu que aquelas nas quais o engajamento é maior são&nbsp;<strong>22% mais lucrativas</strong>,&nbsp;<strong>21% mais produtivas&nbsp;</strong>e possuem um índice de&nbsp;</em><em><strong>absenteísmo 37% menor</strong></em><em>&nbsp;do que as que apresentam menor porcentagem de funcionários engajados</em>. Além disso, as campeãs de engajamento ostentam uma taxa de&nbsp;<em><strong>turn over 25% inferior&nbsp;</strong></em>(nas empresas de alta rotatividade) e&nbsp;<strong>65% menor&nbsp;</strong>(nas de baixa rotatividade).</p>



<p><strong>Mas afinal, o que é engajamento?</strong></p>



<p>Engajamento diz respeito ao quanto você está disposto a investir, voluntariamente, em seu trabalho e sua organização. Não é satisfação, bem-estar ou comprometimento.</p>



<p><em><strong>É uma conexão física, emocional, cognitiva e social que se desenvolve quando estabelecemos uma relação imbuída de propósito</strong><strong>com diferentes aspectos de nossa vida, gerando, assim, um esforço voluntário direcionado a um objetivo.</strong></em></p>



<p><em><strong>O engajamento total engloba o engajamento com a vida. Uma pessoa engajada com o trabalho, mas desengajada com a vida, poderá experimentar problemas como a tendência ao workaholismo, desequilíbrio entre o pessoal e o profissional, baixos níveis de bem-estar e de satisfação no que diz respeito aos aspectos pessoais de sua existência e outras questões que, com o tempo, acabarão por se refletir negativamente em seu desempenho profissional.</strong></em></p>



<p><strong>O que provoca o engajamento?</strong></p>



<p><em>Muitos ainda pensam que ele depende de uma&nbsp;</em>recompensa financeira. Segundo um estudo conduzido por Dale Carnegie,&nbsp;<strong>89% dos empregadores acredita que os funcionários deixam suas empresas para ganharem mais dinheiro,</strong>&nbsp;enquanto que isso ocorre verdadeiramente apenas&nbsp;<strong>em 12%&nbsp;</strong>dos casos. Além disso,&nbsp;<strong>75% dos demissionários voluntários (pessoas que pedem demissão), não deixam seus empregos, eles deixam seus chefes!</strong></p>



<p>Entre os funcionários altamente engajados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>43% recebem feedback ao menos uma vez por semana;</li><li>79% tem confiança em seus líderes;</li><li>54% tem orgulho da contribuição de suas empresas para sociedade;</li><li>20% tem a autonomia como principal fator de engajamento.</li></ul>



<p><strong>É possível tornar-se mais engajado?</strong></p>



<p>O engajamento envolve 4 dimensões:</p>



<p><strong>1 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A física</strong>: é ovigor e a energia que você dispensa àquilo que está fazendo.</p>



<p><strong>&nbsp;2 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A emocional</strong><strong>:&nbsp;</strong>é a dedicação, quanto do seu coração você coloca no trabalho ou tarefa a ser realizada e o sentimento de orgulho que isso gera.</p>



<p><strong>3 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A social</strong><strong>:&nbsp;</strong>trata da qualidade das relações que você mantém, e que se reflete na colaboração necessária para fazer as coisas que você não pode fazer sozinho &#8211; ou que gerariam resultados melhores se você as fizesse com o apoio de outras pessoas.</p>



<p><strong>4 &#8211;&nbsp;</strong><strong>A cognitiva</strong><strong>,&nbsp;</strong>é o foco e a concentração direcionados à atividade que você está executando.</p>



<p>Agora que você conheceu as dimensões do engajamento, que tal refletir sobre como isso se aplica a você? Pense e responda:</p>



<p>ü&nbsp;<strong>Como você avalia seu engajamento físico, emocional, social e cognitivo com o trabalho?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>E com sua vida pessoal? Você diria que os níveis são altos ou baixos?</strong></p>



<p>ü&nbsp;<strong>Por que você acha que esses níveis estão do modo que estão?</strong></p>



<p>O Coaching e seus pilares: filosofia, psicologia positiva e neurociência ajudam a promover o engajamento. Mas este é assunto para meu próximo post.&nbsp;<strong>Afinal, se engajamento é uma escolha, qual a sua?&nbsp;</strong></p>
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