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	<title>MC Consultoria</title>
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	<description>Resultados por Meio de Pessoas</description>
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	<title>MC Consultoria</title>
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	<item>
		<title>A Arte da Mentoria: Construindo Relações que Transformam Carreiras</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/a-arte-da-mentoria-construindo-relacoes-que-transformam-carreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria RH]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 18:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo onde a constante evolução é a única certeza, a mentoria emerge como uma bússola orientadora, guiando profissionais através dos desafios e oportunidades de suas carreiras.]]></description>
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<p>Em um mundo onde a constante evolução é a única certeza, a mentoria emerge como uma bússola orientadora, guiando profissionais através dos desafios e oportunidades de suas carreiras. A arte da mentoria não se limita a transmitir conhecimento; é sobre construir relações profundas e significativas que catalisam o crescimento pessoal e profissional. Neste artigo, exploramos como a mentoria pode ser a chave para desbloquear o potencial ilimitado dentro de cada um de nós, transformando aspirações em realizações tangíveis</p>



<p><strong>A Essência da Mentoria</strong><br>Mentoria é uma jornada compartilhada entre mentor e mentee, onde experiências são trocadas, desafios são enfrentados juntos, e o sucesso é celebrado como um resultado coletivo. É um relacionamento que transcende a tradicional transferência de conhecimento, mergulhando nas profundezas do desenvolvimento humano, onde confiança, respeito e empatia são os pilares.</p>



<p><strong>Transformando Carreiras, Um Relacionamento de Cada Vez</strong><br>A verdadeira beleza da mentoria reside na sua capacidade de ser personalizada. Cada parceria de mentoria é única, moldada pelas necessidades, objetivos e personalidades de seus participantes. Esta personalização permite que o mentee não apenas adquira habilidades e conhecimentos específicos, mas também desenvolva uma compreensão mais profunda de si mesmo, de suas capacidades e de como navegar no seu caminho profissional.</p>



<p><strong>Desbloqueando Potencial</strong><br>Um mentor atua como um espelho, refletindo as qualidades, potenciais e áreas de melhoria do mentee, muitas vezes não percebidas por eles mesmos. Esta perspectiva externa e experiente é inestimável, pois desbloqueia portas para o autoconhecimento e o crescimento que de outra forma poderiam permanecer fechadas.</p>



<p><strong>Superando Obstáculos</strong><br>A jornada de carreira é repleta de desafios e incertezas. A mentoria oferece um farol de orientação e suporte, ajudando os mentees a navegar por águas turbulentas. Seja mudando de carreira, escalando para posições de liderança ou enfrentando obstáculos profissionais, um mentor fornece a sabedoria e a perspectiva necessárias para superar esses desafios.</p>



<p><strong>Celebrando o Sucesso</strong><br>Cada marco alcançado e cada objetivo atingido são celebrados dentro da relação de mentoria. Essas celebrações reforçam a confiança e a motivação do mentee, lembrando-os de seu progresso e incentivando-os a estabelecer e alcançar novas metas.</p>



<p><strong>Por Que Investir em Mentoria?</strong><br>Investir em mentoria é investir no futuro. Para organizações, significa cultivar líderes inspiradores e equipes de alto desempenho. Para indivíduos, é uma oportunidade de acelerar o desenvolvimento de carreira, expandir redes profissionais e alcançar objetivos pessoais e profissionais com o apoio de alguém que já percorreu o caminho.</p>



<p>A MC Consultoria entende o poder transformador da mentoria. Nossos programas são cuidadosamente projetados para conectar mentores e mentees de maneira significativa, garantindo que cada parceria seja tão única quanto os indivíduos envolvidos. Se você está pronto para desbloquear seu potencial ou o de sua equipe, a mentoria é o caminho a seguir.</p>



<p>Descubra como nossa abordagem personalizada à mentoria pode transformar sua carreira ou sua organização. Entre em contato conosco hoje mesmo e dê o primeiro passo em direção a um futuro brilhante.</p>
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		<title>Home office, a difícil arte da disciplina dentro de casa</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/home-office-a-dificil-arte-da-disciplina-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 17:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Como ter disciplina diante do cenário atual determinado por algumas empresas? Isso tudo está exigindo muitas adaptações, indispensáveis, em cada um de nós. Esta nova realidade entrou de uma vez pela porta da frente das nossas casas de um jeito que nunca imaginaríamos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como ter disciplina diante do cenário atual determinado por algumas empresas? Isso tudo está exigindo muitas adaptações, indispensáveis, em cada um de nós. Esta nova realidade entrou de uma vez pela porta da frente das nossas casas de um jeito que nunca imaginaríamos. A verdade é que o mundo corporativo entrou em nossas casas de uma maneira mal planejada. Assim como os encontros e reuniões com colegas e equipes também foram transformados, tornando-se virtuais.</p>



<p>É esse cenário do chamado “novo normal” de muitas pessoas que está gerando o que chamamos de Fadiga Mental, um termo ainda meio recente, que muitos profissionais podem estar sofrendo sem saber. E o que é Fadiga Mental? É a sensação de se sentir cansado demais &#8211; só que pelo mundo online.&nbsp;O Home Office trouxe para a nossa vida, por exemplo, um excesso de reuniões em vídeos cada vez mais exaustivas.</p>



<p>Tudo isso, alinhado à rotina de trabalho que já existia, e somado às atividades domésticas que muitos não tinham na sua rotina, nos dão a sensação de que o nosso trabalho aumentou. E aumentou mesmo. Esse excesso é decorrente de mais reuniões (virtuais) e também das telas do celular ou do computador. Essas imagens em telas tendem a consumir mais energia de nós para que consigamos interpretar corretamente tudo que acontece relacionado à reunião. Ao contrário, nos encontros pessoais, há muitos estímulos que facilitam toda esta comunicação, gerando menos estresse e gastando menos da nossa energia.</p>



<p>Além disso, muitas vezes, sem nos dar conta, estamos participando de reuniões virtuais com tensão no rosto ou franzindo a testa, por exemplo, alguns dos sintomas da Fadiga Mental – e isso pode até nos gerar dor de cabeça durante ou após a reunião virtual.</p>



<p>É fácil entender esse cenário. Nossas mudanças&nbsp;foram muito maiores do que alguns imaginam. Antes nos deslocávamos para ir ao trabalho, enfrentávamos trânsito, engarrafamentos, horas no metrô, trem, para chegar em nosso posto de trabalho e por lá ficar, muitas vezes, entre 8 e 10 horas todos os dias. E no final do período voltar para a nossa rotina normal de casa, com filhos, família, faculdade, academia – quase sempre, neste horário não havia mais trabalho. E hoje ainda há! Uma dica simples para amenizar essa Fadiga Mental é tentar reduzir a quantidade de imagens, e aumentar a quantidade de textos e áudios, se for possível. Isso já reduziria o trabalho do cérebro, evitando parte desse cansaço e esforço exagerado.</p>



<p>&nbsp;Neste “novo normal”, as empresas entraram em nossas residências, quartos, salas e cozinhas &#8211; e tivemos de nos adaptar por uma necessidade emergencial, sem planejar muito a viabilidade do espaço, iluminação, ruídos etc. Passados cinco meses, diversas empresas transferiram definitivamente suas ações (reuniões/treinamentos/feedbacks) e hoje incorporamos esta rotina à nossa vida pessoal dentro de nosso lar, somadas às ações do dia a dia, como cuidar dos filhos ou da casa. Para alguns, esta transformação foi super tranquila, mas para outros ainda incomoda muito.</p>



<p>&nbsp;Mudanças fazem parte da nossa vida, mas a pandemia trouxe a todos uma nova visão de responsabilidades, disciplina e autocontrole, em um cenário nada ajustado para isso. Apesar disso, cada funcionário precisa seguir em frente, entender qual a melhor forma de não perder o foco no trabalho, na carreira e ainda manter a harmonia dentro dos seus lares.</p>



<p>&nbsp;Para nos adaptarmos a qualquer mudança, em geral, levamos em média de três a seis meses. E se isso não for planejada, certamente vai gerar algum desconforto inicial. Para isso, eu gostaria de apresentar algumas sugestões que podem melhorar a sua produtividade e a sua harmonia com a vida profissional.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;<strong>Negocie com o seu líder</strong>: este momento de adaptação requer que você busque novas formas de se relacionar, mostrando efetivamente o que está lhe deixando com algum desconforto &#8211; podem ser as rotinas diárias, por exemplo, e, neste caso, uma forma para se adaptar é criar uma agenda com os horários das reuniões virtuais.</p>



<p>&nbsp;<strong>Crie seu próprio espaço mental:&nbsp;</strong>se você tem dificuldade para se adaptar ao local atual de trabalho, imagine que a sua casa, agora, além das divisões normais, ganhou um novo local voltado para o trabalho. Você terá que estar adaptável: roupas, material de trabalho, móveis, iluminação, ruídos, conexão com a internet – tudo isso tem que ser muito bem controlado. Crie seu espaço e faça dele o melhor possível, assim você terá disposição para entrar em ação todos os dias, com uma estação de trabalho do jeito que você gosta.</p>



<p>&nbsp;<strong>Adaptar uma nova rotina</strong>: reorganize suas atividades domésticas e profissionais. As tarefas domésticas, realizadas juntas com as atividades profissionais, levam a pessoa a trabalhar mais. Procure separar o que é importante do urgente em suas atividades e tente iniciar pelo menos as três principais que vão gerar resultados em sua vida , assim você coloca as prioridades para aquilo que deseja alcançar.</p>



<p>&nbsp;O importante deste novo momento é que as pessoas reajam ou respondam de forma diferente, de acordo com a sua disposição, o seu preparo, planejamento, idade e tendências. Por isso, é importante você lembrar daquela velha e famosa frase: “Os que mais se adaptarem serão os que sobreviverão”. Fazer a gestão da mudança requer que você se desafie o tempo todo, e, neste novo normal, é fundamental inovar e se adaptar constantemente.</p>
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			</item>
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		<title>Você sabe fazer a gestão das suas prioridades?</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/voce-sabe-fazer-a-gestao-das-suas-prioridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 00:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você quer conquistar, quer realizar seus desejos? Se a sua resposta for “sim”, saiba que, então, está na hora de transformar suas ideias em objetivos e definir prioridades para cada coisa – colocando, urgente, tudo isso no papel. Você também precisa criar etapas dentro de cada objetivo para concretizar o que você deseja. Para isso,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você quer conquistar, quer realizar seus desejos? Se a sua resposta for “sim”, saiba que, então, está na hora de transformar suas ideias em objetivos e definir prioridades para cada coisa – colocando, urgente, tudo isso no papel. Você também precisa criar etapas dentro de cada objetivo para concretizar o que você deseja. Para isso, você precisa efetivamente entrar em ação. Os dois maiores inimigos da maioria das pessoas para estabelecer e cumprir adequadamente suas prioridades costumam ser procrastinar e trabalhar como um&nbsp;workaholic.</p>



<p>Será que você é um&nbsp;<strong>procrastinador</strong>? Sabe quando temos algo importante para fazer, mas não conseguimos iniciar? Fazemos todas as outras coisas antes ou não fazemos nada de concreto? Isso é procrastinar. É o hábito de adiar tarefas importantes, muitas vezes algo que está em nossa lista de prioridades para atingir determinados objetivos, deixando para lidar com esta situação depois. Um depois que, com frequência, nunca chega. Esta prática, como eu disse antes, é um dos maiores inimigo de quem está tentando cumprir prioridades. Adiar as prioridades é altamente improdutivo.O curioso é que a procrastinação é uma prática tão antiga e usual no ser humano que pesquisadores até conseguiram compilar uma coletânea de filósofos que estudaram o tema ao longo da história.&nbsp;</p>



<p>Parar de procrastinar é o grande desafio do profissional que deseja melhorar seu desempenho, cumprir prioridades e, principalmente, atingir seus objetivos pessoais e profissionais. Em resumo, a procrastinação é a prática de desperdiçar tempo com um excesso de tarefas que não geram resultados – e te impedem de cumprir suas prioridades. Você sabia, por exemplo, que uma pesquisa recente mostrou que um indivíduo comum confere seu smartphone, em média, nada menos que 46 vezes por dia? Quanto tempo é perdido nisso? Outro dado interessante: em geral, 80% das mensagens que você recebe por email ou whatsApp não têm importância ou, pelo menos, não exige uma resposta urgente. Estes são apenas dois exemplos de atividades diárias que, efetivamente, “devoram” o seu tempo e, quando você percebe, o dia acabou e várias tarefas definidas por você mesmo como prioritárias simplesmente não foram cumpridas – deixando o seu objetivo um pouco mais distante. Aí você vai embora decidido a compensar isso no dia seguinte. No entanto, quase sempre, a mesma história se repete dia após dia. Existem algumas dicas que podem ajudar você a deixar de ser um procrastinador. Confira:</p>



<p><strong>Dar um primeiro passo</strong>. Um bom truque, para começar, é definir uma meta tão baixa que você terá facilidade de cumpri-la, mesmo sendo um procrastinador. O psicólogo e diretor do Centro de Pesquisa sobre Procrastinação da Universidade de Carleton, no Canadá, Tim Pychyl,&nbsp;testou essa abordagem. As descobertas confirmaram sua eficácia. Depois que os alunos começaram, eles avaliaram as tarefas como menos difíceis e menos estressantes, e ainda mais agradáveis do que pensavam. Além disso, completar os micro-objetivos ajuda a dar uma sensação de realização, que serve como combustível para continuar trabalhando.</p>



<p><strong>Gerencie suas emoções</strong><em>.&nbsp;</em>Acreditar que você deve esperar estar com bom humor para fazer algo é uma armadilha que pode levar à procrastinação. Joseph Ferrari, por exemplo, um professor de psicologia na Universidade DePaul, nos Estados Unidos, descobriu que o pensamento “não estou com humor para cumprir determinada tarefa” pode levar a um ciclo vicioso.</p>



<p><strong>Visualize o seu futuro “eu”</strong><em>.&nbsp;</em>“Acreditamos que o “eu” de amanhã ou da próxima semana terá mais energia e mais força de vontade para seguir adiante em alguma tarefa que parece ameaçadora. Mas nós realmente não mudamos muito nesse período de tempo. Reforçar o senso de continuidade – ou seja: entender que o futuro só vai trazer melhorias a sua produtividade se o seu comportamento mudar – pode levar à menos procrastinação, segundo estudiosos do tema.</p>



<p><strong>Faça planos que incluam os imprevistos</strong><em>.&nbsp;</em>Ainda que você se comprometa a não procrastinar, os imprevistos podem acabar com seus planos. Uma mudança de comportamento pode ser o bastante para prevenir essa situação. É o que defende Thomas Webb, psicólogo da Universidade de Sheffield. Em específico, Thomas considera que adquirir uma atitude baseada na estratégia “se-então” pode ser a melhor saída. Criada pelo psicólogo Peter Gollwitzer, a técnica “se-então” (em inglês, “if-then”) consiste em identificar antecipadamente fatos externos e internos que podem te atrapalhar no cumprimento da tarefa. O segundo passo é pensar, também antecipadamente, na resposta ao “imprevisto”. A reação pode envolver uma ação ou um pensamento.</p>



<p>Trabalhar o tempo todo, de maneira compulsiva, desempenhando sem parar, sem pensar e sem planejar todo tipo de tarefa, pode fazer de você um&nbsp;<strong>workaholic</strong>. Sim, você se orgulha de trabalhar muito. Mas será que trabalha de maneira organizada e estratégica? O workaholic é aquela pessoa que confunde horas trabalhadas com produtividade. O estresse e o desequilíbrio nos quais ele vive comprometem o seu rendimento porque o workaholic não sabe definir prioridades – e se souber definir, não consegue cumprir – porque ele se acumula de muitas tarefas e, por isso, se considera altamente produtivo. Se isso acontece com você, é importante que você pare, reflita e descubra se você é um profissional com este perfil. O grande desafio para um profissional com este perfil será identificar o que ele pode delegar ou mesmo realocar recursos para evitar acumular tarefas.</p>



<p>E, por último, use o seu&nbsp;<strong>tempo emocional.&nbsp;</strong>Você já parou para pensar quanto tempo você desperdiça quando se irrita com coisas insignificantes? Ou quando se entrega às preocupações em vez de agir para solucionar o problema? O descontrole emocional gera uma reação em cadeia. Quanto mais você se descontrola, mais perde seu tempo e produtividade. E provoca o mesmo efeito nas pessoas ao seu redor. Pergunte-se: “O que eu, somente eu, posso fazer e que, se for bem feito, fará uma grande diferença para a realização dos meus objetivos?” Esta é a chave da questão.</p>



<p>Aproveite todas essas dicas para identificar as suas prioridades, e estabelecer a direção que deseja seguir nos diferentes aspectos da sua vida. Assim, é só assim, você vai construir um ano realmente novo e mais feliz.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>12,6 milhões de desempregados! Isso tudo é realmente falta de emprego?</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/126-milhoes-de-desempregados-isso-tudo-e-realmente-falta-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 00:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem hoje 12,6 milhões de desempregados – isso representa uma redução no desemprego brasileiro, pois no início deste ano os números oficiais passavam dos 13 milhões de pessoas. O índice de desemprego atual no País é de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com os últimos dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem hoje 12,6 milhões de desempregados – isso representa uma redução no desemprego brasileiro, pois no início deste ano os números oficiais passavam dos 13 milhões de pessoas. O índice de desemprego atual no País é de 11,8%, na média geral, mas esse percentual muda muito de acordo com o sexo, idade, escolaridade e capacitação da pessoa. Ou seja: mulheres, jovens, profissionais sem nível superior ou capacitação profissional adequada vivem uma realidade muito pior e, por isso, enfrentam muito mais dificuldades para conseguir um novo trabalho.</p>



<p>Um exemplo interessante: se considerarmos apenas os profissionais com 25 anos ou mais e com ensino superior completo, essa taxa de desemprego cai de 11,8% para 5,7%. Isso mostra que quanto maior a qualificação, menor o desemprego. Nós, que trabalhamos no dia a dia buscando profissionais adequados para os nossos clientes, enfrentamos essa realidade na prática. Neste momento, por exemplo, tenho algumas vagas que simplesmente não consigo preencher porque não consigo localizar profissionais qualificados para as funções. Ao mesmo tempo, não param de chegar currículos de candidatos, mas de profissionais sem a menor condição de assumir esses desafios. E essas pessoas não estão buscando se qualificar melhor para aumentar sua chance de conseguir um novo emprego.</p>



<p>Há um dado bem interessante levantado pelo Sindicato dos Comerciários do Estado de São Paulo e pela LCA Consultores. A cidade de São Paulo promove alguns mutirões de emprego, com o objetivo de ajudar as empresas a encontrarem os profissionais certos para as vagas disponíveis. Em 2018, foram realizados dois mutirões com, no total, 10.800 candidatos disputando 5.800 vagas. No final, somente 3.500 vagas foram preenchidas. Neste ano, aconteceu apenas um mutirão, com a presença de 15.000 desempregados buscando uma recolocação. Eram 6.000 vagas em disputas, mas somente 1.325 delas foram ocupadas. O motivo? O mesmo para os dois casos: falta de qualificação por parte dos candidatos. Esse mesmo estudo mostra que haviam, no primeiro trimestre deste ano, 634.300 desempregados considerados pelos especialistas como “de difícil recolocação”.</p>



<p>Nos últimos dois anos, 60% das 11.800 vagas ofertadas em mutirões do emprego, que reuniram grandes empresas, simplesmente não foram preenchidas – apesar do número de candidatos ser sempre bem superior ao de vagas abertas. E sabe o motivo disso? Porque eles têm dificuldade de se expressar e fazer contas, possuem poucos (ou nenhum) conhecimento de informática e inglês e muitas vezes desconhecem a própria língua portuguesa, além de contarem com poucos anos de estudo. É assustador, não acha? E nada indica que este cenário tenha melhorado de lá para cá. As pessoas precisam entender que não basta querer um emprego, é fundamental nos dias de hoje se preparar cada vez mais para atingir esse objetivo.</p>



<p>De acordo com o Sindicato e a União Geral dos Trabalhadores (UGT), em um mutirão recente foram ofertadas 2.000 vagas para caixa de supermercado, com salário mensal em torno de R$ 1.100,00. Acredite: apenas metade das vagas foi preenchida por falta de qualificação dos candidatos. No início do ano, a Atento, empresa de telemarketing de prestígio e maior empregadora privada do Brasil, abriu 1.200 vagas no Mutirão do Emprego, promovido pelo Sindicato dos Comerciários. O resultado foi impressionante: somente 600 interessados e apenas sete operadores de telemarketing haviam sido contratados até junho. Isso representava menos de 1% da demanda da Atento, na época.</p>



<p>Não há dúvida que o mercado brasileiro está enfrentando uma das piores crises das últimas décadas, com corte severo de vagas. Isso é fato. Assim como se torna cada vez mais desafiador enfrentar essa “selva” sem a qualificação adequada para as vagas desejadas. Se você for jovem, a situação é ainda mais alarmante, pois os jovens sem qualificação são, sem dúvida, a parcela da população mais impactada pela crise e, consequentemente, pelo desemprego. Mas não é só. Segundo especialistas em recrutamento, é mais difícil conseguir um emprego para quem tem até o ensino fundamental, tem menos de 20 anos ou mais de 45 e está há mais de um ano fora do mercado.</p>



<p>Existe hoje um abismo entre a qualidade da mão de obra disponível no mercado e o que as empresas realmente precisam para suprir suas necessidades. Especialistas apontam que isso não é culpa da crise. E que não deve se resolver com a retomada da economia, tão esperada para 2020. Segundo Fábio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), de cada 10 desocupados, dois devem ficar fora do mercado de trabalho na próxima década. Isso significa que aquele número de 634.300 desempregados, considerados “de difícil recolocação”, pode saltar para 1,4 milhão em 10 anos.</p>



<p>Em 2014, por exemplo, antes da recessão, a economia estava tão aquecida que até profissionais com poucas qualificações eram absorvidos. Uma ilusão que enganou muita gente, pois, com a crise, o quadro se inverteu e ficou claro que há pouca esperança para quem não se qualificar, atualizar, treinar e se adaptar às novas necessidades muito mais exigentes dos empregadores. É fato que muitos desempregados não estão preparados para conquistar nem mesmo uma vaga muito básica, como operador de telemarketing ou padeiro.</p>



<p>Mas, concretamente, o que as pessoas que estão com dificuldade de conseguir um novo emprego podem fazer para melhorarem suas chances nessas disputas por vagas?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A primeira recomendação é se candidatar a vagas que realmente sejam compatíveis com o seu perfil profissional. Não vale a pena perder o seu tempo e energia, nem a do recrutador, em objetivos impossíveis.</li><li>A segunda dica é caprichar um pouco mais no seu currículo, que é outro problema que detectamos com frequência no nosso dia a dia. Seu currículo deve ser curto, com no máximo duas páginas. Currículos extensos tornam difícil para o recrutador uma leitura mais objetiva e clara das informações importantes que você precisa transmitir.</li><li>O currículo deve passar, de maneira clara e objetiva, informações pertinentes ao cargo que você está pleiteando. O ideal é que a pessoa tenha mais de um currículo montado, e envie uma versão “adaptada” ao perfil da vaga em disputa para o recrutador. Mas sempre com informações verdadeiras. Estamos falando de foco ao se apresentar, e não de inventar um perfil.</li><li>É importante, também, que o currículo tenha logo no início um tópico “Resumo das Qualificações”, onde devem ser destacadas qualificações importantes da pessoa para aquela vaga, como o tempo de experiência no setor, o tempo que exerceu alguma liderança na área, domínio ou bons conhecimentos de informática ou inglês, principais realizações durante sua experiência na área etc.</li></ul>



<p>Se você deseja aprimorar o seu currículo, melhorar seu perfil no Linkedin e se preparar de maneira mais eficiente para as futuras entrevistas de emprego, a MC Coaching &amp; Consultoria pode ajudar você. Temos muita experiência neste trabalho e temos condição de orientá-lo no sentido, por exemplo, de tornar o seu currículo mais atrativo para o mercado atual, o que poderá contribuir decisivamente para que você consiga superar mais facilmente a enorme competitividade atual desse mercado com mais de 12 milhões de desempregados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Cansei, preciso mudar de emprego. E agora?”</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/cansei-preciso-mudar-de-emprego-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 00:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu tento ajudar meus clientes no dia a dia a responder questões como essas. Como eu trabalho também com a parte de contratação e recolocação de profissionais, eu percebo claramente que muitas pessoas que chegam até mim já incorporaram ao seu dia a dia algumas das dicas do escritor norte-americano e especialista em desenvolvimento pessoal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu tento ajudar meus clientes no dia a dia a responder questões como essas. Como eu trabalho também com a parte de contratação e recolocação de profissionais, eu percebo claramente que muitas pessoas que chegam até mim já incorporaram ao seu dia a dia algumas das dicas do escritor norte-americano e especialista em desenvolvimento pessoal Mark Manson, em seu livro “A sutil arte de ligar o foda-se”. O best-seller mostra como a força das circunstâncias para ter uma vida perfeita cria armadilhas perigosas. Assim, numa linha contrária a outros livros do gênero, Manson mostra que ninguém precisa necessariamente ter sucesso e ser perfeito para encontrar a felicidade. E acrescenta que a dor é inevitável em nossas vidas e o segredo para ser feliz seria aceitá-la e não passar seus dias fugindo do inevitável. É uma leitura que está na moda no mundo corporativo hoje em dia, mas que nem sempre representa a o melhor caminho para sua carreira.</p>



<p>O fato é que muitas pessoas ligaram o tal botão “foda-se” em seus empregos atuais pelas mais diversas motivações e, quando chegam a um limite insuportável, procuram um profissional como eu buscando a tão sonhada recolocação em outra empresa. Chegam reclamando do chefe, dos colegas e da empresa, e por isso desejam uma transição de carreira – ou seja: querem sair de onde estão e conseguir um emprego melhor em outra empresa. A pergunta que mais ouço nessa hora é: “Mari, o que eu faço?”. É uma pergunta que pode dar origem a muitas respostas, dependendo a quem for endereçada.</p>



<p>É neste momento que se destaca uma diferença muito importante entre o trabalho de coach que eu desenvolvo e o trabalho tradicional oferecido por um bom headhunter, atividade que também realizo. O headhunter vai tentar atender o apelo do cliente, entender seu perfil profissional e, por meio de sua rede de contatos, tentará atender o seu pedido, conseguindo a nova colocação profissional. O serviço prestado por um coach experiente é diferente.</p>



<p>Eu, por exemplo, começo primeiro a entender o momento da pessoa e avaliar o que ela realmente está enfrentando de negativo no emprego atual. Eu analiso sua idade, sua história naquela empresa, a posição da sua carreira e quais são os seus objetivos. Outro ponto importantíssimo é que também faço uma avaliação do perfil profissional dela, pois muitas vezes o verdadeiro motivo do descontentamento do cliente é somente por estar atuando em uma área em que ela não está feliz devido às suas características pessoais e profissionais. Meu papel, nestes casos, portanto, é orientar estas pessoas com a minha experiência e mostrar que muitas vezes a solução mais adequada e simples para sua vida profissional é passar por um processo de coaching e não de recolocação.</p>



<p>É preciso, portanto, ter uma ideia muito clara do perfil e das características profissionais e pessoais deste cliente. E por que? Porque, dependendo da situação, ele poderá mudar de emprego, mas acabará encontrando mais à frente, na nova empresa, o mesmo tipo de problema ou obstáculo que vivia no emprego anterior. E isso pode acontecer por que as características dessa pessoa vão continuar as mesmas, pois ela apenas trocou de emprego, sem nenhum tipo de preparação, atualização ou treinamento adequados.</p>



<p>É claro que há outros caminhos que podem surgir. Alguns clientes acabam indo fazer terapia, enquanto vários, durante o processo de coaching, descobrem outros talentos profissionais e terminam por mudar mesmo de emprego e de área de atuação. Alguns partem até mesmo para o empreendedorismo. O ponto principal, porém, é que estas decisões não devem acontecer movidas apenas por questões emocionais ou impressões do dia a dia que podem estar camuflando outras situações. O processo de coaching é fundamental para entender seu momento profissional, seu verdadeiro perfil e os caminhos que você pode – ou deve – seguir dali para frente.</p>



<p>Você, profissional, precisa entender que se você estiver num momento de mudar radicalmente sua carreira profissional, você precisa estar muito ciente do que você realmente deseja, deixando suas emoções de lado. Hoje em dia, cada vez mais, os especialistas falam sobre inteligência emocional, o sistema de treinamento e crescimento pessoal e profissional Mindset e o&nbsp;Mindfulness (ou Atenção Plena, um estado&nbsp;onde treinamos qualidades de&nbsp;atenção&nbsp;ao presente e autocompaixão com experiências desafiadoras) – tudo isso porque o momento atual está voltado para o seu “eu”, para o seu autoconhecimento, o seu autogerenciamento e, sobretudo, o seu autocontrole sobre as suas emoções.</p>



<p>Muitas pessoas acabam sendo jogadas em determinadas áreas de uma organização em cargos que talvez elas nunca tenham sonhado. Mas, por uma questão de mérito conquistado em outro setor da companhia, são promovidas para este novo departamento e acabam permanecendo ali devido a vantagens financeiras. E, com isso, atendem às regras da empresa. O fato é que todo mundo, em algum momento, vai se questionar sobre a sua felicidade e sua satisfação ou não com seu trabalho. A grande dúvida desses profissionais é: “Eu quero ser feliz. Mas como ser feliz num momento tão diversificado e tão cheio de influências do meio econômico, da sociedade e das redes sociais?”.</p>



<p>Nessa hora, ninguém deve tomar uma decisão sozinho, a não ser que ele esteja realmente muito convicto da sua decisão, após uma análise muito cuidadosa do perfil profissional e comportamental do seu momento e do seu propósito de vida. É por isso que temos de observar bem este cenário, avaliando se é apenas uma questão emocional ou se é realmente a hora certa para mudanças mais profundas. Eu costumo usar duas palavras que traduzem esse quadro: “perspectiva” x “percepção”. Então, o nosso cliente, com a nossa ajuda, precisa se questionar, com honestidade e clareza, qual é a perspectiva que ele espera para a sua vida e a sua carreira. E, ao mesmo tempo, qual é a percepção que ele tem sobre o seu momento atual. Muitas vezes, essa percepção é muito superficial, abrangendo apenas uma situação específica, e não levando em consideração o futuro. Nestes casos, a pessoa pode ser influenciada por amigos e familiares e, com isso, tomar uma decisão precipitada. Por outro lado, ao sair deste universo limitado e buscar profissionais preparados para ajudá-lo, a pessoa pode se deparar com uma série de outros cenários que ela não tinha sequer analisado com profundidade.</p>



<p>Portanto, uma boa dica – e um grande desafio -, para você que está enfrentando uma situação como esta no seu trabalho, é descobrir se este é o momento de passar por um processo de coaching, e se aprimorar, ou se é hora mesmo de buscar uma transição de carreira. Para fazer isso, não “ligue o foda-se”, “aperte o play” e venha “jogar conosco”. Se isso faz sentido para você, venha tomar um café comigo sem compromisso. Tenho certeza de que posso ajudá-lo a tomar decisões menos emocionais, mais produtivas e com menos riscos à sua carreira profissional.</p>
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		<title>A quarentena dos seus sonhos!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/a-quarentena-dos-seus-sonhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 15:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novo Normal]]></category>
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					<description><![CDATA[Seguindo as orientações das autoridades governamentais de saúde, permanecemos adotando o isolamento social para nos proteger da pandemia do coronavírus. Uma quarentena que nunca vivemos antes e que, para algumas pessoas, já está acontecendo há semanas. Mesmo para quem que está trabalhando em home office, neste momento conseguimos tempo para fazer o que quisermos dentro]]></description>
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<p>Seguindo as orientações das autoridades governamentais de saúde, permanecemos adotando o isolamento social para nos proteger da pandemia do coronavírus. Uma quarentena que nunca vivemos antes e que, para algumas pessoas, já está acontecendo há semanas. Mesmo para quem que está trabalhando em home office, neste momento conseguimos tempo para fazer o que quisermos dentro de casa – e, com a internet, isso nos abre um leque incrível de possibilidades. Lembra quando você não podia ler determinado livro por falta de tempo? Agora você tem, e o que está fazendo com este tempo?</p>



<p>&nbsp;Conversando com amigos pelo telefone ou por mensagens, e observando as redes sociais, é fácil notar que a maioria das pessoas que conhecemos está apenas passando o tempo, cozinhando, comendo, vendo filmes e séries sem parar, cuidando da casa ou acompanhando em tempo real todos os números e novidades relacionados à pandemia que estamos enfrentando. Mas será que essas são boas formas de aproveitar um tempo tão precioso que nos foi dado de presente?</p>



<p>&nbsp;Para ajudar a pensarmos em isolamento social, uma realidade nova para todos nós, buscamos informações com a pesquisadora Paula Barros-Delben, do Laboratório Fator Humano, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ela é especialista em comportamento seguro em situações de isolamento e confinamento. A cientista alerta que os efeitos psicológicos nessas situações podem ser severos, ocasionando o que se chama em psicologia de “modulação de comportamento”, quando a pessoa não age como costumeiramente costuma agir. O estresse decorrente do confinamento e do isolamento são objetos de estudo de uma recente área da psicologia: a Psicologia Polar, que não estuda apenas os efeitos psicológicos nos polos da Terra (Ártico e Antártica). A área analisa também os efeitos psicológicos em pessoas que se isolam para atividades em cavernas, plataformas de petróleo, submarinos ou mesmo em estações espaciais. Esses locais são chamados de ambientes ICE, que são assim denominados quando possuem, pelo menos, duas dessas três características<strong>:&nbsp;</strong>Isolado, Confinado e Extremo.</p>



<p>De acordo com essa lógica, as residências de milhões de brasileiros podem ser consideradas ambientes ICE, uma vez que muitas pessoas estão isoladas e confinadas, ainda que em seu ambiente familiar. É por isso que, acreditam os especialistas, os efeitos psicológicos manifestados em cientistas nos polos, no espaço ou em submarinos podem ser desencadeados na população em geral.</p>



<p>Uma boa dica para analisar como este momento está transformando a sua vida é praticar um exercício chamado “A Roda da Vida, um termo específico do processo de Coaching, no qual analisamos a sua vida sob vários aspectos: intelectual, emocional, social, familiar, espiritual, saúde e relacionamento amoroso. Faça uma autoavaliação, conceituando-se com uma nota de 0 a 10 de como está o nível de satisfação em cada uma dessas “vidas” e qual dessas áreas, recebendo um pouco mais de atenção, poderia afetar positivamente as demais.</p>



<p>Algumas orientações imprescindíveis para cuidar das suas emoções e do seu corpo durante este período de quarentena: boa alimentação (coma alimentos saudáveis), hidratação frequente, evite bebidas e comidas estressantes (como álcool, cafeína e frituras em geral), tente manter uma rotina de alimentar-se em horários pré-determinados, arrume-se diariamente para buscar elevar sua autoestima, tente dormir sempre no mesmo horário, desligue os aparelhos eletrônicos uma hora antes de dormir, crie rotinas nas quais esteja previsto um tempo diário para o lazer, pratique exercícios físicos, leia livros, ouça música (que tal até dançar durante a música?), tire um tempo para cuidar do seu lado espiritual, aprenda a meditar (há ótimos vídeos sobre isso no YouTube), não fique muito tempo acompanhando o noticiário sobre o avanço do coronavírus (isso é importante para te manter numa vibração mais elevada), aprenda uma nova habilidade, cuide dos seus pensamentos (evite imaginar situações alarmistas) e organize sua casa (seu mundo interno é reflexo do externo). Além disso, diga não à solidão, mesmo para quem mora sozinho. Com a tecnologia atual é possível estar permanentemente conectado com amigos e familiares. E mais: sem arriscar a sua saúde, procure ajudar as pessoas, seja ouvindo quem está desequilibrado, seja fazendo compras para um vizinho que pertence ao grupo de risco, mas procure ser útil à comunidade – isso lhe trará uma grande sensação de bem-estar.</p>



<p>E quanto à sua vida profissional? Aproveite este momento que o mundo praticamente parou para se atualizar ou se aprimorar na sua área ou até aprender algo novo, quem sabe até uma nova profissão. Existem diversas instituições de ensino de prestígio que, devido à quarentena, disponibilizaram gratuitamente dezenas de cursos profissionalizantes em seus sites.</p>



<p>A Fundação Getulio Vargas (<a href="https://portal.fgv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://portal.fgv.br</a>), por exemplo, foi uma das primeiras instituições a se manifestar e se posicionar diante da crise provocada pela epidemia do coronavírus. Em março, a FGV liberou 55 cursos&nbsp;totalmente gratuitos em sua plataforma de ensino online. A FGV foi a primeira instituição brasileira a ser membro do&nbsp;OEC (Open Education Consortium), um consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos sem custo, pela internet. A Universidade de Harvard, uma das mais importantes dos Estados Unidos, possui diversos cursos online e grátis. Basta acessar o endereço&nbsp;<a href="http://www.edx.org/school/harvardx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.edx.org/school/harvardx</a>, se registrar, criar uma conta e você já poderá explorar os cursos disponíveis. Há opções como programação, empreendedorismo, criação de jogos digitais, desenvolvimento de websites e produção de textos. É possível encontrar conteúdos em vários idiomas, inclusive em português.</p>



<p>Você pode aprender coisas novas e trabalhos novos sem gastar nada e no conforto e segurança da sua casa. Não perca essa oportunidade. Quando a quarentena passar, viveremos uma crise econômica séria – e isso tornará a concorrência no mercado de trabalho ainda mais disputada do que já estava.</p>



<p>E, por último, um alerta: após este período de isolamento social, se você sair a mesma pessoa que iniciou a quarentena, saiba que você não aproveitou uma grande chance para torná-la a quarentena dos seus sonhos.</p>
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		<title>Confira 7 erros que você não pode cometer no seu currículo!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/confira-7-erros-que-voce-nao-pode-cometer-no-seu-curriculo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da]]></description>
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<p>O que a obra “Mona Lisa”, uma das pinturas mais brilhantes, famosas e reproduzidas de todos os tempos, tem em comum com a sua carreira profissional? A “Mona Lisa” foi concluída em 1506 por Leonardo da Vinci, pintor de destaque do Renascimento Italiano, que também foi um gênio em diversas outras áreas. Pois é da autoria dele o primeiro currículo profissional que se tem notícia. Foi em 1482. Ele tinha 30 anos e queria convencer o Duque de Milão, Ludovico Sforza, a lhe dar um emprego para construir pontes, máquinas, trincheiras e outras coisas. Com esse objetivo, ele escreveu um documento que descrevia suas habilidades e como elas poderiam ser úteis para Milão. Apesar de escrito centenas de anos atrás, ele reforça algumas lições para elaborar um currículo nos dias de hoje.</p>



<p>O&nbsp;nome “curriculum vitae” vem do latim, onde significa “trajetória de vida&#8221;. Hoje em dia, ele é mais conhecido simplesmente como “CV” ou “currículo” e tem como objetivos contar a história educacional e as experiências profissionais de alguém, além de destacar suas habilidades e competências. Independente de você estar empregado, e buscar uma melhor posição, ou desempregado, o seu currículo é uma ferramenta-chave para você se comunicar com os recrutadores e conseguir outro emprego. Então, é essencial elaborar o seu CV com muito cuidado, e evitar cometer alguns erros que muitos profissionais ainda insistem. Como parte da nossa experiência aqui na MC Coaching e Consultoria está diretamente ligada a recrutamento de profissionais, eu queria te contar sete erros que você nunca pode cometer no seu currículo.</p>



<p><strong>1) Não faça um currículo longo demais.&nbsp;</strong>Seu CV precisa ser bem objetivo, com no máximo duas páginas. As pessoas costumam mandar currículos com três a quatro folhas, mas eu já cheguei a receber documentos com até oito páginas! Isso é muito cansativo para quem está avaliando os currículos e pode acabar prejudicando bastante o candidato – em outras palavras, ele pode ser simplesmente descartado do processo por causa do tamanho do seu currículo. O bom recrutador espera receber informações objetivas, ele deseja que o CV a ser analisado já esteja direcionado adequadamente para a vaga a qual a pessoa está se candidatando.</p>



<p>&nbsp;<strong>2) Não mande o mesmo currículo para todas as vagas que disputa.&nbsp;</strong>O ideal é que todos sempre tenham mais de um currículo com versões mais direcionadas para determinada vaga. É uma dica mais aplicável aos profissionais com bastante experiência e que já passaram por diversas áreas, às vezes dentro da mesma empresa. Minha sugestão é que você tenha no mínimo dois currículos. Exemplo: se você tem experiência nas áreas financeira e contábil, por mais que você ache que sejam áreas ligadas, não adianta destacar as atividades contábeis para conquistar uma vaga na área financeira. É claro que no seu histórico profissional essas informações serão apresentadas, mas no item “Resumo das Qualificações” é muito importante que você destaque habilidades e experiências diretamente ligadas à vaga em disputa. O melhor é você adequar o seu currículo para cada vaga, mas sempre com informações verdadeiras. Se a vaga exige experiência internacional, por exemplo, você vai precisar criar um item para mostrar essa experiência, caso você possua – enquanto para muitas vagas essa não é uma característica tão essencial. Aqui vale outra dica: não perca tempo se candidatando a vagas que você não tem qualificação ou experiência. Muita gente costuma fazer isso, e não funciona. Se por exemplo, a oportunidade é para uma secretária executiva e você nunca exerceu essa função e nem tem um curso de secretariado, mas tem grande experiência como auxiliar administrativo, por mais que algumas atividades possam ser semelhantes, você não será escolhido e ainda deixará uma má impressão com o selecionador.</p>



<p>&nbsp;<strong>3) Não minta no seu currículo.&nbsp;</strong>Um exemplo clássico: se você não possui determinada vivência profissional e afirma que tem no CV, você corre o sério risco não só de perder a vaga, mas de ainda passar por uma situação constrangedora durante a entrevista. O recrutador vai checar informações com você e pedir detalhes que você não terá como passar. Há também os casos de profissionais que colocam “inglês avançado” no seu CV. Na hora da entrevista, quando esse é um aspecto considerado muito importante pela empresa, a entrevista pode acontecer em inglês e, neste caso, uma mentira certamente significará o fim do processo para aquele candidato.</p>



<p>&nbsp;<strong>4) Não esqueça de colocar o seu CEP.&nbsp;</strong>Seu currículo deve conter todos os seus dados pessoais, como endereço completo com CEP. Especialmente para vagas operacionais, o recrutador pode precisar destas informações para calcular a distância que o candidato terá de casa ao trabalho, e vice-versa. Isso é imprescindível, se a empresa determinar um limite de distância para seu futuro profissional. Como estamos trabalhando com um grande volume de CVs, quem colocar tudo certinho terá a preferência de ser avaliado melhor e não ser descartado injustamente.</p>



<p>&nbsp;<strong>5) Não coloque fotos inadequadas.&nbsp;</strong>Não é obrigatório colocar foto no seu currículo, mas se você quiser colocar, fique à vontade. Mas tenha muito cuidado ao escolher a foto. É importante que seja uma imagem com roupas mais sociais, de preferência com fundo branco, sem outras pessoas. Não publique fotos de você nos seus momentos de lazer, por exemplo. Essa foto do CV deve ser planejada e feita com este objetivo. Falando em fotos e imagem pessoal, uma dica que vale para quem busca um emprego e também para quem está contratado: cuidado com o que você posta nas suas redes sociais. Não poste exageradamente temas radicais sobre política, religião ou futebol, por exemplo. Cuidado com fotos feitas em churrascos e festas com amigos. Não poste fotos com bebida alcoólica. No caso do processo seletivo, pode ter a certeza que o recrutador vai dar uma olhada nas suas redes sociais antes de agendar uma entrevista – e você pode passar uma impressão errada sobre você mesmo com as suas publicações.</p>



<p>&nbsp;<strong>6) Não seja repetitivo.&nbsp;</strong>Além da questão do tamanho do seu CV, é importante você passar ao recrutador uma imagem de objetividade e organização. E um dos erros mais comuns que contribui para transmitir uma inversa oposta disso é ser repetitivo. Para evitar isso, planeje seu CV, escreva tudo com cuidado e depois leia e releia. Muitas pessoas repetem praticamente a mesma informação em “Resumo das Qualificações” e “Histórico Profissional”, e isso é cansativo e percebido como algo negativo. “Resumo das Qualificações” deve ser o segundo item do seu CV, logo após “Dados Pessoais”. Se você colocou ali, por exemplo, “10 anos de experiência em cargos de liderança e gestão de equipes” porque isso faz sentido para a vaga em disputa, não detalhe novamente isso no “Histórico Profissional” ao contar sobre suas experiências – neste caso, bastará colocar o seu cargo e o período. Em “Resumo das Qualificações”, sim, é importante apontar seus destaques e experiências profissionais de uma forma resumida, clara e objetiva.</p>



<p>&nbsp;<strong>7) Não deixe de destacar suas principais realizações.&nbsp;</strong>Outro item importante para se destacar de outros candidatos, mostrando claramente que premiações e realizações você já conquistou. Por exemplo: uma certificação internacional ou algum resultado concreto que a sua empresa obteve ganhos ou economias por um intermédio de um projeto que você idealizou ou realizou, ou mesmo algo que você conquistou por iniciativa sua. É importante, quando for o caso, você demonstrar suas iniciativas, foco e resultados para atingir aquilo que foi importante para a empresa e também para o seu currículo.</p>
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		<title>Como se dar bem numa entrevista de emprego!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/como-se-dar-bem-numa-entrevista-de-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 14:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você]]></description>
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<p>Muitos profissionais preparados não avançam em alguns processos seletivos dos quais participam por cometerem erros básicos durante a entrevista inicial com o recrutador, ou mesmo, num segundo momento, em uma entrevista com o líder responsável pela área que está buscando o profissional. A entrevista é um momento-chave dentro do recrutamento, é a hora de você mostrar na prática, numa conversa clara, tranquila e objetiva, parte das suas qualidades que estão destacadas no seu currículo.</p>



<p>Em muitos casos, os empregadores criam vagas para pessoas que os convencem que podem ajudá-los a suprir necessidades e solucionar problemas. Seu possível empregador tem apenas uma pergunta em mente durante a entrevista para uma vaga. É a mesma pergunta que qualquer cliente faz ao considerar se deve ou não comprar um produto ou serviço &#8211; este empregador é um cliente. E, portanto, você é um produto ou um serviço que está à venda. A pergunta do seu possível cliente é: “O que eu ganho com isso?”. O tipo de emprego que você poderá conseguir e o tipo de salário que receber serão uma medida do quão bem você vende a sua imagem e os seus serviços nesse momento crítico da sua carreira. Lembre-se disso:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todo empregador tem necessidades que não foram supridas!</li><li>Todo empregador tem problemas que não foram resolvidos!</li><li>Todo empregador representa uma oportunidade para você!</li></ul>



<p>&nbsp;Será que você está preparado para esta entrevista? Confira algumas dicas:</p>



<p><strong>Pontualidade</strong>. Isso é indispensável. Em muitas empresas há uma orientação clara dos empregadores para os recrutadores não contratarem uma pessoa que chegou atrasada à entrevista de emprego. Então, redobre seu cuidado e calcule com bom-senso o tempo real que você vai precisar para se locomover ao local, considerando o trânsito e todas as demais variáveis. Com a pandemia, a grande maioria dos processos ocorre via online. Portanto, é importante que você avalie se a sua conexão de Internet está boa. Algumas empresas utilizam plataformas como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams ou até o Skype. Verifique um dia antes se está tudo funcionando bem, se está instalado em seu dispositivo e se o endereço de e-mail está correto. Fique pronto uns 15 minutos antes. Avalie a iluminação, o fundo do local onde você escolheu fazer a entrevista – cuidado para que não apareça desorganização nesse local. Cheque também a altura da mesa para você conseguir olhar de frente o entrevistador. Confira se aparece seu rosto inteiro, centralize a imagem com parte do seu corpo com se fosse uma foto 3&#215;4. Se no local que você estiver existir algum barulho, use o microfone do seu próprio celular para ficar nítida e clara a sua fala durante a entrevista.&nbsp;</p>



<p><strong>A primeira impressão conta muito</strong>. Por isso, vista-se bem para essa entrevista. Suas roupas, segundo algumas estimativas, podem somar 95% da primeira impressão que um possível empregador poderá ter de você. E o motivo é simples: as primeiras impressões são quase sempre visuais. Como escolher a roupa certa? Em primeiro lugar, entenda como aquela empresa funciona, qual é a sua cultura interna e então procure se vestir da mesma forma que faria se já estivesse trabalhando no local. Em muitos casos, há pessoas que são contratadas por serem os entrevistados mais bem vestidos. No caso dos homens, por exemplo, nem sempre terno e gravata passam uma boa primeira impressão. Algumas dicas para as mulheres: vá com os cabelos arrumados, maquiagem suave, blusa e calça discretas e sapatos confortáveis. Para os homens: cabelo e barba em ordem (hoje em dia não é necessário fazer a barba para uma entrevista de emprego, mas é essencial que ela esteja limpa e aparada), camisas sem muitos desenhos e sapatos discretos. A recomendação que vale para ambos é sentir-se confiante e elegante ao mesmo tempo, mas sem abandonar a sua própria personalidade e estilo.</p>



<p><strong>Saiba se vender</strong>. Uma entrevista de emprego nada mais é do que uma venda, na qual o empregador é o cliente e você é o produto à venda. Se você vai conseguir ou não o emprego, e até mesmo o seu salário, serão resultado dessa “venda”.&nbsp;Do quanto você foi bem-sucedido ao vender a sua imagem. Para se sair bem nessa “venda”, lembre-se que todo empregador tem necessidades que ainda não foram atendidas e problemas ou desafios não resolvidos. Para você, isso significa uma oportunidade. Este empregador tem uma grande dúvida: “Como serei beneficiado contratando você?”. Seu grande desafio na entrevista é responder adequadamente essa pergunta, mostrando de maneira clara e objetiva que você pode alcançar, evitar ou preservar algo que é prioridade para aquela empresa. Ou seja: seu dever na entrevista é mostrar, com entusiasmo, que você é capaz de atingir aquele resultado que ele necessita. Para isso, é muito importante você se preparar para esse encontro. O seu trabalho é convencer o empregador de maneira surpreendente de que este é o emprego certo para você e que você é a pessoa certa para este emprego.</p>



<p><strong>Estudo e planejamento</strong>. A preparação para a entrevista, que inclui responder a questão citada no tópico anterior, exige estudo e planejamento. Primeiro, esteja atualizado sobre o que está acontecendo no mundo e, em especial, na cidade onde existe a vaga para a qual você está se candidatando. Segundo, estude a empresa, seu mercado de atuação, produtos, serviços e concorrentes. Entenda como o seu mercado está funcionando e quais são seus principais problemas e desafios. Você não pode se apresentar como um profissional útil para os objetivos de negócios da empresa sem entender um pouco sobre esta área.</p>



<p><strong>Prepare sua memória</strong>. Na véspera da entrevista, ou poucos dias antes, treine sua memória, lembrando dos momentos mais marcantes da sua carreira profissional, das suas conquistas, de momentos que o seu desempenho profissional tenha realmente se destacado. Ter isso tudo fácil na cabeça vai transmitir segurança e objetividade ao recrutador – dois atributos muito positivos. Anote em um papel, um dia antes da entrevista, realizações profissionais, momentos importantes de decisão em sua carreira, situações em que você teve que resolver&nbsp;problemas com a equipe ou com seu líder ou mesmo situações do dia a dia&nbsp;em que suas emoções foram colocadas à prova.</p>



<p><strong>Faça boas perguntas</strong>. Sua função na entrevista de emprego não é apenas responder bem as questões que forem feitas. Você também pode ficar atento e esperar por boas oportunidades para fazer perguntas inteligentes e pertinentes. Seu objetivo será mostrar interesse pela empresa e pela vaga e, principalmente, demonstrar que você pesquisou sobre a empresa e sua área de atuação. Apenas não faça perguntas simples demais que qualquer um poderia obter respostas numa consulta rápida no Google – nesse caso, você passaria uma imagem contrária: de não ter estudado nada sobre a empresa.</p>



<p>Sua principal meta na entrevista de emprego é convencer o empregador de que você pode alcançar o resultado que ele precisa ou melhorar a situação que ele está enfrentando. O custo é a sua contratação. Quanto melhor você se planejar e se preparar, mais fácil será convencer o empregador que você é a pessoa ideal para o emprego. Descreva a sua experiência de forma que se relacione com a posição. Explique as contribuições que você acredita que poderia fazer para o possível empregador e para a empresa. Não tenha medo de ser entusiasta e assertivo ao vender a si mesmo para o seu possível empregador. Boa sorte, e mais uma dica: sorte é o encontro da oportunidade com o conhecimento. Portanto, prepare-se pra ter também BOA SORTE em sua carreira!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A competitividade está em alta!</title>
		<link>https://mcconsultoriarh.com.br/a-competitividade-esta-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 15:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1959, o naturalista inglês Charles Darwin publicou o livro “A origem das espécies”, no qual mudava radicalmente a biologia com a sua famosa “Teoria da Evolução”. De acordo com essa teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1959, o naturalista inglês Charles Darwin publicou o livro “A origem das espécies”, no qual mudava radicalmente a biologia com a sua famosa “Teoria da Evolução”. De acordo com essa teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se adapta às condições do ambiente em que vive. Uma luta parecida deve se acirrar daqui para frente no mercado corporativo do novo mundo pós-pandemia. Os profissionais mais bem-sucedidos e com mais chances de conquistarem os melhores empregos serão os que tiverem maior capacidade de reagir positivamente às mudanças que já começamos a enfrentar.</p>



<p>Neste mundo pós-pandemia, portanto, a competitividade para se conseguir um emprego será ainda maior, exigindo dos candidatos mais preparo para superar os mais diferentes desafios e capacidade de dar respostas mais rápidas às organizações de todos os portes e segmentos. Hoje em dia, o mercado de trabalho já busca profissionais não apenas com habilidades técnicas, mas também com habilidades humanas e conceituais. Eles têm que estar alinhados aos objetivos estratégicos da empresa na qual trabalham. Essa tendência deve se acelerar fortemente daqui para frente, pois a quantidade de mão-de-obra disponível no mercado vai crescer bastante e, ao mesmo tempo, os consumidores e clientes também estão mudando. Muitas empresas, e seus profissionais, precisarão mudar para continuarem sendo competitivos. Muitas empresas terão de se reinventar para não morrerem – e isso exigirá profissionais capazes de enxergar e aplicar as inovações necessárias.</p>



<p>É preciso entender que existe uma diferença muito importante entre “competitividade” e “competição”. No mundo corporativo, por exemplo, o que diferencia uma empresa que desenvolve a competitividade e aquela que incentiva a competição? Competição não é algo positivo. Já a competitividade é saudável, pois envolve a autossuperação e a busca pela melhor forma de realizar uma atividade, enquanto a competição é uma maneira de superar o outro, como se fosse um esporte. Os profissionais que são treinados para desenvolver as características da competitividade conseguem alcançar mais rapidamente os seus objetivos e melhorar os resultados que a sua empresa demanda.</p>



<p>Mas como se tornar, na prática, um profissional mais competitivo? Competitividade abrange, obrigatoriamente, três pontos essenciais no dia a dia de trabalho: aprendizado constante, talentos/competências e rede de contatos.&nbsp;Essas questões não podem sair da mira de quem pretende se aprimorar profissionalmente e ser mais competitivo ao disputar uma futura posição dentro de um organização de qualquer tamanho ou área de atuação. Confira algumas características de um profissional competitivo que são buscadas, cada vez mais, pelos selecionadores e chefes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Resiliência</strong>. A resiliência pode ser definida como a capacidade de superar as adversidades, sem transformar isso em sentimentos negativos. O cenário deste mercado pós-pandemia será caracterizado por frequentes e rápidas transformações de tecnologia e na economia, exigindo mudanças nas instituições e nos seus profissionais. Isso exige a capacidade de saber se adaptar. E somente assim as empresas conseguirão se ajustar às novas condições econômicas, sociais, culturais, tecnológicas e políticas. Todas essas pressões e cobranças constantes por parte da empresa e do mercado poderão gerar ansiedade e estresse em profissionais sem a capacidade da resiliência. O mercado de trabalho necessita de profissionais adaptáveis às mudanças e capazes de lidar com as pressões de uma forma positiva.</li><li><strong>A capacidade de tomar decisões eficazes</strong>. É fundamental que o funcionário aprenda a fazer escolhas de forma rápida e assertiva.</li><li><strong>Ser diferente</strong>. É essencial se diferenciar dos demais. Pensar diferente, trazendo soluções inovadoras para questões do dia a dia. Para isso, é preciso colocar em prática suas habilidades, mostrando competências, agregando valor ao seu trabalho e, assim, buscando bons resultados para a empresa.</li><li><strong>Inovação.</strong>&nbsp;Inove sempre que puder. Inovar significa “sair da caixa”, ter ideias, criar novas soluções e abusar da criatividade &#8211; sem deixar de ser factível, é claro. Isso vai diferenciar e valorizar seu trabalho. Ser inovador nos processos internos representa pensar de modo distinto, criar um ambiente propício ao desenvolvimento da equipe, gerar valor e, com isso, atingir objetivos expressivos.</li><li><strong>Empatia</strong>. É a habilidade de se colocar no lugar do outro. Desenvolvê-la requer atitudes como ouvir na essência, o que exige olhar para a pessoa enquanto ela fala, sem julgar ou dividir sua atenção com atividades paralelas, por exemplo. A empatia é uma das competências sociais mais relevantes para o mercado de trabalho. Por meio desse sentimento, os líderes se tornam capazes de realizar tarefas como: compreender seus liderados e manter um interesse ativo por suas preocupações; dar a melhor orientação para servir, antever, identificar e satisfazer as necessidades dos clientes; aprimorar sua capacidade de desenvolver equipes, perceber as necessidades das pessoas, identificar seus pontos fracos e reforçar suas aptidões; e cultivar as melhores oportunidades por meio de pessoas diferentes, sem deixar de valorizar a diversidade.</li><li><strong>Estudar constantemente</strong>. Existem muitas formas de estudar constantemente sobre a sua profissão e o seu mercado de trabalho: ler reportagens, estudos, pesquisas e livros; ter conhecimento dos fatos que são notícias relevantes na atualidade; conversar com outros profissionais da área; pesquisar novidades; ser ativo em grupos de discussão online relacionados à sua profissão; investir na educação contínua com coaching; pós-graduação; cursos complementares; treinamentos online; seminários; palestras; buscar novas tendências; e manter-se ativo com a sua rede de contatos &#8211; entre muitas outras ações essenciais para quem, de fato, deseja estar à frente.</li></ul>



<p>A competitividade dentro das empresas deve ser encarada com um ponto altamente positivo. A visão de que ela causa rivalidades e brigas no ambiente corporativo já está ultrapassada, pois nem sempre isso acontece de verdade. Hoje, em geral, os profissionais já conseguem desenvolver essas características com bom humor e respeito pelos demais. Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa da Page Personnel, organização de recrutamento especializada em profissionais de gestão, 90,3% dos profissionais consultados afirma que a competitividade faz bem ao desenvolvimento do profissional e da própria empresa. Então, que tal você também começar a investir na sua competitividade profissional?</p>
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		<title>A ciência da felicidade e o poder da gratidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MC Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 11:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mind Set]]></category>
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<p>A psicologia positiva é um conceito relativamente novo que trata das emoções positivas das pessoas – e não dos seus problemas, traumas ou dificuldades. A partir daí começamos a falar de terapias como o Mindfulness, de emoções como a gratidão e das forças e virtudes de cada indivíduo, sempre enfatizando o lado positivo do ser humano. A psicologia positiva surgiu nos final dos anos 90, propondo uma mudança radical no foco do tratamento do ser humano. Ao invés de estudar distúrbios e patologias, que tal explorar aquilo que realmente faz a pessoa feliz, aquilo que faz o indivíduo funcionar melhor? A partir dessa mudança de paradigma, muitos pesquisadores, alinhados às premissas da psicologia positiva, mudaram seu jeito de pensar e começaram a levantar questões instigantes. O que faz pessoas felizes tornarem-se infelizes? O que fazer, de fato, para viver melhor e com mais qualidade de vida? Por que algumas pessoas são mais resilientes do que outras? Essa área do conhecimento, que agrega a pesquisa científica, passou a ser conhecida hoje em dia como a Ciência do Bem-Estar.</p>



<p>&nbsp;Embora essas reflexões já fossem comuns entre os filósofos da Grécia Antiga, como Aristóteles, agora esses pensamentos renascem dentro da Ciência do Bem-Estar com o respaldo fundamental da pesquisa científica. É assim que, nos últimos anos, foram feitas descobertas muito importantes para a nossa vida, como o fato da gratidão fortalecer nosso sistema imunológico e até mesmo contribuir para a nossa longevidade. Outras emoções, como a alegria e o amor, também trazem importantes benefícios para a saúde física e mental do ser humano, como combater estresse, favorecer a saúde do coração ou estimular o aprendizado social. Tudo isso está provado por meio de pesquisas científicas.&nbsp;Será, então, que vale a pena colocar mais gratidão, alegria e amor na sua vida? Pense nisso.</p>



<p>&nbsp;O psicólogo norte-americano Martin Seligman, também professor da Universidade da Pensilvânia e ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, é considerado pelos especialistas o “pai da psicologia positiva” – ou seja: a psicologia cujo foco são os fatores que contribuem para o bem-estar do ser humano. Seu trabalho começou a ser reconhecido e mundialmente difundido na década de 90. Com seu novo e inovador método de trabalho, Seligman tornou a busca pela felicidade do indivíduo seu principal objetivo. Segundo ele, quem mantem o foco em pensamentos e situações positivas tem mais chances de ser realmente feliz, apesar das dificuldades que cada um de nós enfrenta no nosso dia a dia. É uma teoria que algumas religiões defendem há muito tempo, assim como a chamada “Lei da Atração”, tão explorada nos dias de hoje por muitos terapeutas.</p>



<p>&nbsp;Mas, afinal, o que é ser feliz? De acordo com Clóvis de Barros Filhos, professor Doutor da USP, filósofo, palestrante de prestígio e autor de dezenas de obras, entre elas “A vida que vale a pena ser vivida”, a definição é simples: “Felicidade é um instante de vida que você gostaria que durasse mais”. E acrescenta: “A vida vale a pena quando você torce para ela não acabar”. Além disso, esse estado de felicidade traz muitos benefícios para cada um de nós. Atualmente, quando todo mundo só fala da pandemia do coronavirus, é importante lembrar da forte ligação entre felicidade e saúde. Pessoas felizes são mais saudáveis. Há várias pesquisas que comprovam que as pessoas felizes sofrem menos de hipertensão, doenças cardíacas, diabetes e resfriados, entre outros males. As pessoas felizes também lidam melhor com a dor e a doença. E, por isso, suas doenças costumam ser menos graves, como atestam as pesquisas. Por isso mesmo, as pessoas felizes vivem mais. Mas há outros pontos importantes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Trabalhadores felizes são mais produtivos;</li><li>Pessoas felizes são mais persistentes para resolver problemas;</li><li>Pessoas felizes são muito mais positivas.</li></ul>



<p>&nbsp;Na busca por essa felicidade, Seligman destaca a importância da gratidão. A gratidão, como expliquei no início desse texto, tem forte influência no fortalecimento do nosso sistema imunológico – como provam pesquisas científicas. Porém, é muito mais do que isso. Quanto mais grato você for pela sua vida atual, mais feliz você será e mais perto ficará de seus sonhos e novas conquistas de qualquer tipo. O próprio Seligman, em uma de suas palestras, sugere à sua plateia um exercício muito interessante. Eles devem fechar os olhos e lembrar de alguém que fez algo muito importante para sua vida, ajudando decisivamente cada um a chegar num caminho positivo para sua vida. Depois, em casa, estas pessoas deveriam escrever um depoimento com 300 palavras agradecendo este alguém do fundo do seu coração com palavras e emoções profundas, sinceras e que provavelmente ainda não teriam sido ditas e demonstradas, respectivamente.&nbsp;De acordo com ele, em geral as pessoas choram ao ouvir esse depoimento e, semanas ou meses depois, quando sua equipe testa as duas pessoas (a que faz o agradecimento e a que recebe) que passaram por este tipo de experiência, o resultado é incrível: ambos estão mais felizes e menos deprimidas.</p>



<p>&nbsp;Portanto, não apenas segundo a psicologia positiva, mas também de acordo com diferentes terapias e crenças, a gratidão é um atalho que nunca deve ser esquecido na busca pela felicidade. O que é gratidão? É ser capaz de agradecer diariamente às pessoas e à vida que você tem, mesmo que você não a considere ideal. Ser grato é uma capacidade que, uma vez adquirida, transforma seu olhar sobre o mundo, sobre a vida, sobre as pessoas e sobre cada acontecimento que você presencia ou participa. O monge beneditino David Steindl-Rast vem divulgando, há anos, uma mensagem de gratidão muito importante, garantindo que ela é o caminho mais fácil e imediato para a felicidade. David é mundialmente notável por&nbsp;sua participação ativa no&nbsp;diálogo inter-religioso&nbsp;e&nbsp;seu trabalho sobre&nbsp;a interação&nbsp;entre espiritualidade e&nbsp;ciência. Ele explica que agradecer é parar sua vida por alguns instantes, todos os dias, para olhar ao redor e reconhecer as oportunidades que temos, e lembrar que, mesmo se algo dá errado, a vida logo nos envia uma nova oportunidade. Na pior das hipóteses, podemos ser gratos só por essa oportunidade de seguir adiante.</p>



<p>A partir do momento que começamos a ser gratos pelo que temos e aceitar melhor o que não temos passamos a ser mais felizes e de bem com a vida. Ser grato pelas coisas boas que acontecem na sua vida não significa que a vida é perfeita. Você pode ter diversos problemas e dificuldades. A questão é perceber, de verdade, o que cada um deles têm de bom e ser grato por isso.</p>
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