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Você sabe realmente o que é coaching e como escolher um bom profissional dessa área?

Coaching, mentoring, terapia. Como saber o que realmente você precisa neste início de 2020 para atingir o seu desenvolvimento pessoal ou profissional? Nos dias atuais, com tantas informações sobre autoconhecimento nas mídias sociais e na internet em geral, o primeiro passo é entender melhor como funciona cada uma dessas especialidades.

A primeira dica para não confundir o processo de coaching com outras práticas também importantes – como mentoring, terapia, consultoria ou um treinamento qualquer – é entender que o coaching, definitivamente, não é terapia. Isso significa, por exemplo, que o coaching não trabalha com pessoas disfuncionais ou com distúrbios mentais. No entanto, apesar de não ser terapia, a prática incorpora sim alguns conceitos da psicologia positiva e cognitiva que se alinham com seus objetivos e filosofia.

O coaching é multidisciplinar, reunindo ciências do comportamento, filosofia, desenvolvimento e aprendizado de adultos, ciência administrativa de negócios, processos e liderança. Parte da confusão envolvendo essas duas atividades – coaching e terapia – é resultado do fato de muitos psicólogos e terapeutas, cada vez mais, buscarem a formação em coaching para ampliar seu repertório de ferramentas e de abordagens – e, com isso, disputarem mais clientes.

Também há um pouco de confusão envolvendo os serviços de consultoria e mentoria com coaching. Aqui, as diferenças, os métodos e os objetivos de cada atividade são igualmente bem particulares. O consultor, para começar, é um especialista em determinada área e costuma ser contratado para dar recomendações e apontar soluções dentro daquele segmento específico. Já o mentor, em geral, é um profissional mais velho e experiente que acompanha, aconselha e treina, no dia a dia, funcionários mais jovens, em uma relação semelhante à do “mestre-discípulo”.

Ao contrário, o coach não dá conselhos, não oferece suas próprias soluções e nem estabelece com o cliente uma relação de mentor. O profissional de coaching desenvolve seu trabalho embasado em metodologias e técnicas específicas e validadas, que levam o próprio cliente (conhecido como coachee) a encontrar e a implementar suas próprias soluções, de acordo com seus objetivos, metas e realidade.

Na prática, como funciona o processo de coaching? O coach atua de maneira extremamente efetiva, funcionando como um guia para seu coachee na busca de novos entendimentos, alternativas e opções capazes de fazê-los ampliar seus caminhos profissionais ou mesmo identificar novos caminhos. Além do aumento do desempenho profissional, o processo de coaching pode ser focado na mudança, na transformação e no aprendizado – indispensáveis para enfrentar novos caminhos e desafios mais ousados. Um exemplo do que o cliente de um bom coach deve esperar é desenvolver melhor sua autoconsciência, com foco em resultados, rapidez e eficácia nas decisões, melhoria contínua e, consequentemente, obter um aumento nas conquistas dos seus objetivos.

Os princípios básicos de um bom processo de coaching são: suspensão de julgamentos; foco no futuro, e não no passado; foco na ação; desenvolvimento pessoal; potencializar os resultados desejados, atingindo os objetivos definidos; co-criação de soluções eficazes; aprimorar as competências; inicio, meio e fim; definir claramente o que é necessário para ter o sucesso profissional esperado; escolha de uma direção; estabelecer um plano (com rota de etapas, estratégias de recursos e objetivos bem formulados); adicionar os recursos necessários para conquistar as metas e eliminar possíveis obstáculos ou limitações; analisar a congruência e os aspectos éticos; avaliar impactos e riscos.

Se você nunca passou por um processo de coaching, vale a pena, também, entender como funciona uma sessão desse trabalho. Em sessões semanais ou quinzenais, basicamente, há o acompanhamento e o feedback das ações combinadas na sessão anterior, mais a formulação de uma proposta relativa ao que será trabalhado pelo coach e pelo coachee na sessão atual. Em resumo: acompanhamento (follow-up), proposta da sessão, desenvolvimento da sessão, aprendizados e tarefas. Tudo isso pode acontecer de maneira presencial ou à distância, num período que pode variar de três a quatro meses.

Após esse período, o coachee poderá conseguir vários benefícios visíveis, tanto no âmbito pessoal, como no profissional. Do ponto de vista pessoal, por exemplo, ele poderá ter mais qualidade de vida, sofrer menos estresse, aprimorar seus relacionamentos e sua comunicação interpessoal, ter mais capacidade para modificar comportamentos improdutivos e, ainda, ampliar sua capacidade de administrar conflitos. No lado empresarial, as conquistas incluem funcionários mais comprometidos, melhor desempenho nos negócios, redução de conflitos nas equipes, mais resultados para o executivo e líder, melhoria do trabalho em equipe, redução do nível de estresse no ambiente e melhoria do relacionamento também com os clientes.

Confira três dicas que podem lhe ajudar bastante na escolha de um bom coach:

  1. Selecione alguns profissionais cuja ESPECIALIZAÇÃO seja relacionada aos seus objetivos. Por exemplo: se você quer melhorar a organização pessoal, um coach especializado em finanças, carreira ou relacionamento não são os mais indicados para você. Depois, busque conteúdos (textos e vídeos) dos profissionais pré-selecionados e avalie se os assuntos e a forma de abordar os temas realmente correspondem ao que você espera.
  2. FORMAÇÃO do coach, claro, é importante. Cheque a credibilidade da instituição na qual ele estudou e também se o coach possui outros certificados na área de atuação que escolheu. Por exemplo, um coach voltado ao desenvolvimento pessoal não precisa ser psicólogo (coaching não é psicoterapia), mas é interessante que tenha formação em outros cursos de autodesenvolvimento, como “Programação Neurolinguística”. Na dúvida, veja se existem depoimentos sobre a sua atuação ou peça referências.
  3. Antes de se decidir, converse sem compromisso com o profissional e veja se existe AFINIDADE, simpatia mútua, se “o santo fecha”. Caso você seja uma pessoa mais formal, provavelmente ficará pouco à vontade com um coach que não atende de “terno e gravata”. E vice-versa, é claro. Estabelecer a parceria de coaching com um profissional que nos agrada é essencial para ter bons resultados!


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